Cerca de 20 alunos da Escola Municipal Quilombola Luiz Pereira, localizada na comunidade de Lagoa Grande, no distrito de Maria Quitéria, em Feira de Santana, participaram, na quinta-feira (22/05/2025), de uma visita técnica à fábrica de pneus da Pirelli. A ação faz parte do projeto de adoção de escolas, promovido pela empresa, que tem como objetivo fortalecer vínculos com instituições de ensino locais e fomentar ações de desenvolvimento social e sustentável.
Parceria com foco na sustentabilidade e desenvolvimento social
A Escola Quilombola Luiz Pereira foi escolhida pela Pirelli para receber investimentos estruturais. De acordo com a diretora, Maria Moreira, o projeto inclui a implantação de uma horta comunitária, uma praça de convivência e ações de reflorestamento no entorno da escola. Além disso, haverá parceria com uma ONG para atividades esportivas. A empresa também utilizará na decoração da fábrica os desenhos produzidos pelos alunos no Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, em 21 de março.
Programa global de responsabilidade social
Segundo Fernanda Sandez, coordenadora de comunicação interna, diversidade, equidade, inclusão, sustentabilidade e responsabilidade social da Pirelli, a iniciativa faz parte de um programa global da companhia, que prevê que todas as unidades fabris da empresa no mundo estabeleçam parcerias com escolas locais até o final de 2026.
A escolha da Escola Quilombola Luiz Pereira foi motivada por sua representatividade na região e pelos resultados obtidos em projetos anteriores.
“O fato de ser a única escola quilombola da região foi determinante, além do comprometimento da equipe pedagógica e dos bons resultados educacionais”, destacou Fernanda.
Experiência prática no ambiente industrial
Durante a visita, os alunos acompanharam todas as etapas do processo de produção de pneus, desde a área comercial até a fabricação. Para Jhony Almeida, aluno do 8º ano, a experiência foi marcante.
“Foi interessante ver que os pneus precisam ser aquecidos para ganhar forma. A recepção também foi muito boa”, afirmou.
O vice-diretor e professor da escola, Thiago Borges, destacou que a experiência amplia o repertório dos estudantes, especialmente nas disciplinas que abordam a Revolução Industrial.
“Essa vivência permite que os alunos compreendam na prática o funcionamento de uma indústria, o que complementa e enriquece o conteúdo trabalhado em sala de aula”, avaliou.
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