Pelo menos 23 civis palestinos morreram neste domingo (25/05/2025) em ataques militares israelenses nas regiões de Khan Younis, Jabalia e Nuseirat, na Faixa de Gaza, segundo informações de autoridades locais e médicos da região. Entre as vítimas estão um jornalista palestino e um oficial sênior do serviço de resgate.
Mortes de civis e profissionais da imprensa
Em Jabalia, um ataque aéreo matou o jornalista Hassan Majdi Abu Warda e membros de sua família. Com isso, o total de jornalistas palestinos mortos desde o início da ofensiva israelense em 7 de outubro de 2023 chegou a 220, de acordo com dados da assessoria de imprensa do governo de Gaza, controlado pelo Hamas.
Em Nuseirat, outro bombardeio causou a morte de Ashraf Abu Nar, oficial de alto escalão do serviço de emergência civil, e de sua esposa.
Avanço das forças israelenses
Ainda segundo autoridades locais, Israel agora controla 77% do território da Faixa de Gaza, seja por presença militar direta, seja por evacuações forçadas e bombardeios contínuos. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do governo de Gaza.
O Exército de Israel confirmou na sexta-feira (23/05/2025) ter realizado 75 ataques noturnos em Gaza, atingindo depósitos de armas, lançadores de foguetes e posições militares, dentro da operação nomeada de “Carruagens de Gideão”.
Atuação de grupos palestinos
Apesar do avanço militar israelense, grupos militantes como o Hamas e a Jihad Islâmica informaram que continuam realizando emboscadas, ataques com explosivos e disparos de foguetes antitanque contra tropas israelenses em diferentes pontos da Faixa de Gaza.
Impacto humanitário e situação atual
De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, mais de 53.900 palestinos morreram desde 7 de outubro de 2023, sendo a maioria mulheres e crianças. A destruição da infraestrutura, associada aos bloqueios, agrava a crise humanitária, com relatos de desnutrição severa e escassez de alimentos, água e medicamentos.
Contexto do conflito
O atual conflito foi desencadeado após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de cerca de 1.200 pessoas em Israel e no sequestro de mais de 250 reféns. Desde então, o confronto se intensificou, levando a uma das maiores crises humanitárias da região.
*Com informações da Sputnik News.
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