Nesta quinta-feira (22/05/2025), celebra-se o Dia Internacional da Biodiversidade, data que ressalta a importância da diversidade biológica no planeta. Em Feira de Santana, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) reforça suas iniciativas voltadas à valorização, estudo e proteção da biodiversidade presente no município, tanto na zona urbana quanto rural.
A Semmam tem ampliado seus esforços para o levantamento e monitoramento da biodiversidade local por meio de parcerias com instituições acadêmicas, pesquisas e ações educativas direcionadas à população. O objetivo principal é mapear espécies nativas, identificar áreas vulneráveis e implementar políticas públicas que assegurem a conservação dos ecossistemas.
Entre as ações recentes, destaca-se o levantamento de áreas verdes urbanas e matas remanescentes nos distritos de Maria Quitéria e Humildes, além do monitoramento de nascentes e fragmentos de Mata Atlântica nas regiões periféricas da cidade. A secretaria também promove atividades em escolas, feiras ambientais e projetos de reflorestamento, buscando engajamento comunitário.
Feira de Santana abriga aproximadamente 770,28 km² de Mata Atlântica, o que corresponde a 59,05% do território municipal. O restante do território, cerca de 40,95%, é ocupado pelo bioma Caatinga, característico do sertão brasileiro. Essa diversidade ecológica exige estratégias específicas para garantir a proteção e uso sustentável dos recursos naturais.
A secretária de Meio Ambiente, Jaciara Moreira da Costa, enfatiza que o conhecimento da biodiversidade é essencial para o desenvolvimento de ações eficazes:
“Feira de Santana não é só centro urbano e desenvolvimento econômico. Somos também berço de uma biodiversidade rica, muitas vezes invisível aos nossos olhos. Conhecer essa biodiversidade, seja nas áreas rurais, nos parques urbanos ou até mesmo nos quintais das casas, é fundamental para garantir a sustentabilidade das próximas gerações”, afirmou.
A Semmam mantém a agenda ativa para ampliar o conhecimento sobre os ecossistemas locais, buscando integrar dados científicos e participação social para orientar políticas públicas voltadas à preservação ambiental.











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