O jornal francês Libération publicou nesta terça-feira (20/05/2025) um perfil detalhado do ator brasileiro Wagner Moura, que está presente no Festival de Cinema de Cannes para a estreia do longa-metragem “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho. A reportagem explora aspectos da trajetória profissional e pessoal do artista baiano, além de destacar sua atuação no cenário internacional.
O texto, assinado pelo jornalista Lelo Jimmy Batista, apresenta Wagner Moura como uma figura de fácil acesso e comportamento informal durante a entrevista concedida ao jornal. O repórter relata que o ator interagiu com simpatia, apresentou sua esposa e demonstrou abertura no diálogo com a imprensa, algo considerado incomum no ambiente restrito de Cannes.
Wagner Moura relembrou ao Libération seu início no teatro aos 15 anos, motivado pelo desejo de socialização na adolescência. O artista também compartilhou que chegou a trabalhar como jornalista em uma filial da Rede Globo, antes de consolidar a carreira na atuação.
Durante a entrevista, Moura também abordou a origem da parceria com Kleber Mendonça Filho. Os dois se conheceram em Cannes, quando o diretor ainda era crítico de cinema. O vínculo profissional e ideológico foi intensificado durante o governo de Jair Bolsonaro, segundo o ator, quando ambos decidiram unir forças para expressar resistência política por meio da arte.
O jornal destaca que Wagner Moura consolidou projeção internacional com filmes como “Tropa de Elite”, dirigido por José Padilha, e a série “Narcos”, da plataforma Netflix, na qual interpretou Pablo Escobar. Mais recentemente, o ator participou do longa-metragem “Guerra Civil”, dirigido por Alex Garland. A participação em “O Agente Secreto”, que concorre à Palma de Ouro em 2025, representa seu retorno ao cinema brasileiro após uma década.
Além da carreira, o perfil traz informações sobre os hábitos pessoais do ator. Moura pratica jiu-jitsu, dedica-se à meditação transcendental e demonstra admiração por Caetano Veloso. O ator também expressou entusiasmo ao trabalhar com atores-mirins no novo longa de Louis Leterrier, afirmando que se sente inspirado pela atuação das crianças.
A matéria encerra-se com uma menção ao impacto causado por Moura entre os profissionais presentes no festival, reforçando que sua presença carismática e acessível foi bem recebida pela imprensa internacional.
*Com informações da RFI.
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