Em um dos capítulos centrais de sua obra, Joseval Carneiro interpreta a fala de Jesus a Nicodemos — “renascer da água e do espírito” — como uma clara referência à reencarnação, sustentada por análises doutrinárias, científicas e filosóficas.
Para Joseval, a distinção feita por Jesus entre carne e espírito indica a preexistência da alma e sua independência em relação ao corpo físico. O autor resgata passagens bíblicas e estudos contemporâneos para afirmar que o renascimento espiritual é processo necessário à evolução da consciência.
Cita pesquisadores como Raymond Moody, Elisabeth Kübler-Ross e Ian Stevenson, e experiências documentadas em UTIs e relatos de regressão a vidas passadas, para corroborar a ideia de que a alma segue sua trajetória além da morte física.








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