Autópsia confirma causa da morte de turista brasileira na Indonésia como hemorragia interna

A autópsia realizada por legistas na Indonésia concluiu que Juliana Marins, turista brasileira que desapareceu durante uma trilha no Monte Rinjani, morreu em decorrência de hemorragia provocada por danos a órgãos internos e fraturas ósseas. Os peritos apontaram que os ferimentos foram resultados de traumas por contusão, ocorridos horas antes do resgate do corpo.

De acordo com os legistas, a morte ocorreu em menos de 20 minutos após o início da hemorragia. Foi descartada a hipótese de hipotermia, uma vez que não foram observadas lesões teciduais nos dedos. O laudo final da autópsia, que incluirá exames toxicológicos complementares, deverá ser divulgado dentro de duas semanas.

Juliana realizava uma trilha na cratera do vulcão no sábado (21/06/2025), quando caiu durante a atividade. Segundo informações locais, ela permaneceu viva por três a quatro dias, antes da chegada das equipes de resgate, que encontraram o corpo já sem vida.

Na quinta-feira (26/06/2025), o pai da vítima, Manoel Marins, informou que permanece na ilha de Lombok, aguardando a emissão do atestado de óbito, necessário para o translado do corpo para o Brasil.

Ainda na noite de quinta-feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, por meio das redes sociais, que o governo federal assumirá os custos do translado da brasileira. A medida foi oficializada por decreto publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (27/06/2025).

O governo federal prestará todo apoio necessário à família de Juliana Marins, inclusive o translado ao Brasil”, declarou Lula.

Segundo ele, um novo decreto foi editado para permitir a cobertura dos custos, garantindo que familiares e amigos possam realizar o funeral com dignidade.

*Com informações da Agência Brasil.


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