A Bahia já contabiliza 21.683 casos prováveis de dengue e 10 óbitos confirmados em decorrência da doença, em 2025, segundo dados atualizados do Ministério da Saúde. Diante desse cenário, autoridades reforçam a importância da prevenção dos focos do mosquito Aedes aegypti e da atenção imediata aos sintomas iniciais.
A Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, vinculada ao Ministério da Saúde, destaca a necessidade de articulação contínua entre União, estados e municípios para conter o avanço da dengue.
“Que numa ação sinérgica, apoiados pelo Ministério da Saúde, estados e municípios, nós possamos garantir a continuidade das ações de orientação da população, avaliando se tem criadouros potenciais do mosquito Aedes aegypti, para que quando retornarem as chuvas e outras condições mais favoráveis à transmissão da doença, nós tenhamos baixa infestação e, portanto, menor possibilidade de ocorrência de epidemias”, afirmou o secretário adjunto Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
Com a ativação do Centro de Operações de Emergências (COE), o Ministério intensificou o enfrentamento da doença na Bahia. Atualmente, 12 municípios baianos estão entre as localidades com transmissão elevada ou crescimento de casos, sendo foco de ações prioritárias como envio de insumos, reforço no atendimento e controle vetorial.
A campanha nacional contra a dengue ressalta que os sintomas iniciais — como febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas no corpo — exigem atenção imediata. O atendimento médico precoce é considerado essencial para evitar o agravamento dos quadros.
Em Itabuna, o estudante de medicina Lucas de Souza Leite, de 31 anos, relata medidas adotadas em sua residência para combater o mosquito transmissor:
“A gente sempre procurou tomar os cuidados básicos, manter a caixa d’água sempre fechada, não deixar acumular água em vasos de plantas ou então de repente em algum recipiente jogado pelo quintal… verificar ralo, reservatório atrás da geladeira. E a gente sempre permitiu a entrada do agente de endemias para fazer a vistoria e aplicação do larvicida.”
O Ministério da Saúde continua orientando que, ao notar sintomas da dengue, a população evite a automedicação, aumente a ingestão de líquidos e procure atendimento médico o mais rápido possível.
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