A Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo) divulgou o estudo “Empresas Produtoras e Importadoras de Fertilizantes no Brasil – Edição 2024”, que identificou 872 empresas ativas na produção e/ou importação de fertilizantes. O número representa um crescimento de 129 empresas desde 2020, evidenciando a expansão do setor no país.
De acordo com o levantamento, houve um aumento expressivo de empresas voltadas à produção de fertilizantes organominerais e orgânicos, o que reflete a demanda crescente por soluções sustentáveis e mais eficientes no uso de recursos naturais. A pesquisa mostra ainda que mais de 75% das empresas iniciaram suas atividades após o ano 2000, destacando o caráter recente e inovador da indústria.
A distribuição geográfica das empresas revela forte concentração nas regiões Sudeste (50,6%) e Sul (28%), com São Paulo liderando com 34,7% dos estabelecimentos nacionais. As demais regiões apresentam presença menos expressiva, mas indicam oportunidades de expansão para atender novos mercados.
Quanto aos tipos de fertilizantes comercializados, o estudo aponta que:
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718 empresas atuam com fertilizantes minerais
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388 empresas com organominerais
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476 empresas com orgânicos
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11 empresas com biofertilizantes
A pesquisa também detalha os modos de aplicação utilizados pelas empresas do setor:
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687 empresas possuem produtos para aplicação via solo
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547 via aplicação foliar
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126 via sementes
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160 via fertirrigação
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31 via hidroponia
Esses dados indicam a capacidade da indústria de fertilizantes em oferecer soluções adaptadas às diversas realidades agrícolas brasileiras, contemplando diferentes culturas, sistemas de produção e perfis de produtores.
O estudo, incluído no Anuário Brasileiro de Tecnologia em Nutrição Vegetal 2024, fornece uma visão estratégica do mercado nacional de fertilizantes. Segundo a Abisolo, o levantamento contribui para o desenvolvimento de políticas públicas e incentivos à Produtividade Inteligente, conceito que norteia o setor de fertilizantes especiais no país.
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