Na quinta-feira, 20 de junho de 2025, a Arquidiocese de Feira de Santana anunciou, por meio de documento oficial da Cúria Metropolitana, duas nomeações pastorais para atender às demandas espirituais e administrativas de comunidades católicas nos municípios de Feira de Santana e Serra Preta, no estado da Bahia. A decisão foi assinada pelo arcebispo metropolitano, Dom Zanoni Demettino Castro.
Conforme o texto publicado, após consultas às instâncias competentes e discernimento à luz do Espírito Santo, foram designados:
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Padre Udilon Conceição de Jesus como pároco da Paróquia São João Paulo II, localizada em Feira de Santana.
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Padre Weslei de Brito Santos como vigário da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, no município de Serra Preta.
As nomeações foram definidas com base nas necessidades pastorais identificadas pela Arquidiocese, tendo como objetivo garantir a continuidade e o fortalecimento das ações evangelizadoras nas respectivas paróquias.
Orientações da Arquidiocese e papel dos fiéis
No mesmo documento, o arcebispo exorta os fiéis a acolherem os novos presbíteros com alegria, colaborando com suas atividades pastorais e administrativas. Dom Zanoni ainda assegura suas orações pelo êxito da missão assumida pelos padres em suas novas atribuições.
A nomeação de párocos e vigários é um ato de autoridade episcopal previsto pelo Direito Canônico, visando assegurar a assistência espiritual regular das comunidades católicas. Essas mudanças costumam ser definidas após diálogo com os próprios presbíteros e a escuta das necessidades locais.
Análise crítica e contexto eclesial
As designações refletem o esforço da Igreja Católica na reorganização de seu corpo pastoral frente aos desafios contemporâneos da evangelização em áreas urbanas e rurais. No caso de Feira de Santana, uma cidade com significativo crescimento demográfico, a Paróquia São João Paulo II desempenha papel relevante na articulação comunitária. Em Serra Preta, a presença do vigário visa reforçar o atendimento sacramental e o acompanhamento pastoral da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho.
O modelo adotado pela Arquidiocese, com consulta prévia e manifestação pública por meio de instrumento oficial, está em conformidade com os princípios da transparência institucional e governança eclesial, fortalecendo a comunicação entre a hierarquia e o laicato.










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