O cantor e compositor João Suplicy lançou, no último dia 26 de junho de 2025, o álbum “Duets”, disponibilizado em todas as plataformas digitais pela gravadora Biscoito Fino. O novo trabalho reúne 11 faixas em que Suplicy divide os vocais com diversos artistas convidados, em interpretações em português e inglês, com repertório que transita por diferentes estilos e épocas.
O critério de escolha das músicas foi baseado em canções já conhecidas pelo artista, com foco em obras que ele gostava de interpretar. Embora o projeto inicial envolvesse versões em português de composições internacionais, o processo de liberação autoral levou João Suplicy a optar pela gravação em inglês. A ideia dos duetos surgiu como forma de dar novas abordagens às músicas.
Entre os destaques, está “Samba e amor”, de Chico Buarque, interpretada em dueto com Ney Matogrosso. Segundo Suplicy, o cantor admirava a música, mas nunca a havia gravado. Outra releitura é “Waiting in vain”, de Bob Marley, cantada com Rael, e “That’s Life”, de Dean Kay e Kelly Gordon, em parceria com Frejat. Já a música “If It’s Magic”, de Stevie Wonder, ganha nova leitura com Hugo Rafael.
As vozes femininas estão presentes em faixas como “La Vie en Rose (Sonho pra viver)”, com Kell Smith, e “Ela” (She), com a cantora Coral. Zélia Duncan participa de “Cheek to Cheek” (Irving Berlin), enquanto Vanessa Moreno canta “Fly Me to the Moon” (Bart Howard). As faixas “Your Song” (Bernie Taupin e Elton John) e “Something” (George Harrison) são interpretadas com Camilla Marotti e Manda, respectivamente.
O álbum também inclui um registro familiar: “You’ve Got A Friend”, de Carole King, é interpretada por João com suas filhas Laura e Maria Luiza Suplicy. Segundo o artista, todas as participações tiveram valor afetivo e contribuíram para a construção do projeto.
Os arranjos são assinados por Jorge Helder, músico que já atuou com nomes como Chico Buarque, Dori Caymmi e Maria Bethânia. A equipe de gravação inclui Mú Carvalho (teclados), Marcelo Costa (percussão), Jurim Moreira (bateria) e Milton Guedes (gaita). O próprio João Suplicy gravou os violões e Jorge Helder, além de cuidar dos arranjos, tocou baixo em algumas faixas.
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