Com a aproximação da 5ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres (5ª CEPM), que ocorrerá entre 27 e 29 de agosto de 2025, em Salvador, mais de 60 municípios baianos intensificam a realização de conferências preparatórias. Esses encontros, organizados até 28 de julho, reúnem representantes do poder público e da sociedade civil para formular propostas de políticas públicas voltadas às mulheres.
A programação abrange cidades dos 27 Territórios de Identidade da Bahia, incluindo Juazeiro, Ilhéus, Itabuna, Camaçari, Vitória da Conquista, Porto Seguro, Guanambi, Alagoinhas, Serra do Ramalho e Seabra. A partir de 29 de julho, começam as conferências territoriais, que antecedem a etapa estadual. Todo o processo é coordenado pela Secretaria das Mulheres do Estado da Bahia (SPM) e pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos das Mulheres (CDDM).
A secretária das Mulheres da Bahia, Neusa Cadore, destacou a relevância do processo participativo.
“A conferência é uma ferramenta essencial de diálogo e construção coletiva. Cada etapa fortalece as vozes femininas da Bahia, reafirmando o compromisso com políticas públicas alinhadas às realidades e necessidades das mulheres”, afirmou.
Além de debates, as conferências elegem delegadas municipais, responsáveis por representar suas cidades nas etapas territoriais. A quantidade de delegadas varia conforme o número de participantes. Essas representantes avançarão para a conferência estadual e, posteriormente, para a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), prevista para setembro, em Brasília.
A SPM orienta que, ao final de cada conferência, sejam produzidos uma ata com os encaminhamentos, a lista das delegadas eleitas e um relatório final, que devem ser enviados para o e-mail 5.cepm@spmba.ba.gov.br, acompanhados do formulário disponível na plataforma Brasil Participativo.
Com o tema central “Mais Democracia, Mais Igualdade, Mais Conquistas para Todas”, a 5ª CEPM reunirá representantes do poder público, movimentos sociais e especialistas para fortalecer o diálogo entre Estado e sociedade civil, visando a construção de políticas para as mulheres em todo o país.








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