O governador Jerônimo Rodrigues estará em Serrinha, nesta sexta-feira (22/08/2025), às 14h, para autorizar a construção do Hospital e Maternidade Regional do Sisal. A obra integra o Programa Mãe Bahia e prevê um investimento total de R$ 173,5 milhões, sendo R$ 60 milhões do Governo Federal, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e R$ 113,5 milhões do Governo do Estado.
A nova unidade contará com leitos de internação, UTI adulto e neonatal, serviços de urgência, emergência e centro cirúrgico, tornando-se referência regional em atendimento especializado para os municípios do território sisaleiro.
O hospital será um marco para a região, que hoje depende de deslocamentos para centros de maior porte, como Feira de Santana e Salvador. Com a obra, a expectativa é reduzir o tempo de resposta em casos de média e alta complexidade, além de reforçar a atenção materno-infantil.
O Programa Mãe Bahia tem como meta ampliar a rede de unidades hospitalares e obstétricas em diferentes regiões, buscando reduzir indicadores de mortalidade materna e neonatal. A obra em Serrinha é considerada estratégica dentro do planejamento estadual para o semiárido.
Parceria entre União e Estado
A parceria financeira entre os governos estadual e federal reforça o caráter conjunto da iniciativa. Segundo a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), o aporte federal via PAC será fundamental para acelerar a execução. A expectativa é que as obras sejam iniciadas ainda neste ano, com prazo de entrega estimado em até três anos.
O governo estadual destaca que o projeto integra um movimento mais amplo de interiorização da saúde pública, garantindo que serviços especializados cheguem a populações antes desassistidas.
Obras de saneamento em Serrinha
Além do hospital, Jerônimo Rodrigues também anunciará a implantação da primeira etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) de Serrinha. A iniciativa busca modernizar a infraestrutura urbana, melhorar indicadores de saúde preventiva e elevar a qualidade de vida da população local.
A combinação entre investimentos em saúde e saneamento básico é apresentada pelo governo como parte de uma estratégia para enfrentar de forma integrada duas carências históricas da região: déficit hospitalar e infraestrutura sanitária precária.











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