Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Feira de Santana, realizada nesta terça-feira (05/08/2025), parlamentares discutiram demandas prioritárias para o município, incluindo a revisão do plano urbanístico do bairro Papagaio, a criação de clínica especializada para pacientes vasculares e o início de obra de recapeamento em 13 ruas do bairro Caseb.
Plano urbanístico para Papagaio
O vereador Galeguinho SPA (União Brasil) alertou para o crescimento desordenado do bairro Papagaio e regiões vizinhas, destacando a necessidade de revisão do plano urbanístico local. Segundo ele, o avanço indiscriminado de condomínios pode transformar a área em uma “segunda Artêmia Pires”, referência a uma avenida que enfrenta congestionamentos frequentes.
Galeguinho reafirmou seu compromisso com a área da saúde pública e defendeu a instalação de um hospital municipal em Feira de Santana para aliviar a alta demanda do Hospital Geral Clériston Andrade.
Necessidade de clínica para pacientes com doenças vasculares
O vereador Luiz da Feira (PP) enfatizou a urgência de implantação de uma clínica municipal especializada em doenças vasculares. Durante pronunciamento no Dia Mundial da Saúde, ele ressaltou que pacientes enfrentam longos períodos de espera, entre oito e 15 dias, para regulação em UPAs e policlínicas, o que agrava seu quadro clínico.
Luiz da Feira solicitou união entre as esferas estadual e municipal para acelerar a criação da clínica e melhorar o atendimento. Ele relatou casos de pacientes com feridas graves e membros necrosados aguardando vagas e pediu que autoridades visitem as unidades para verificar a situação.
Falecimento e apelo por fiscalização
Em apoio, o vereador Lulinha da Gente (União) informou sobre o falecimento recente de uma paciente que não conseguiu acesso à regulação e sugeriu que a Comissão de Saúde da Câmara realize visitas às policlínicas para apurar denúncias relacionadas ao atendimento. Ele pediu que o governo estadual amplie os investimentos em saúde na cidade.
O vereador Edvaldo Lima (União) afirmou que a ampliação da rede estadual é responsabilidade do governo e reforçou a importância da construção do hospital municipal para desafogar as unidades atuais.








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