A Brigada Militar do Rio Grande do Sul iniciou na terça-feira (04/11/2025), em Uruguaiana (RS), a edição 2025 das Operações Simultâneas e da Operação Fronteiras e Divisas Seguras, realizadas em conjunto com forças de segurança da Argentina e do Uruguai. O objetivo é reforçar o combate ao crime organizado e ampliar o monitoramento das regiões de fronteira.
Ações conjuntas e abrangência da operação
A força-tarefa atua para reprimir atividades ilícitas transnacionais, como contrabando, tráfico de drogas, armas e pessoas, além de infrações em áreas de divisa. A operação mobiliza 14 comandos regionais e especializados da Brigada Militar, totalizando 34 unidades em ação simultânea.
A iniciativa conta ainda com o apoio das Polícias Militares de Santa Catarina e Paraná, do Departamento de Operações de Fronteira de Mato Grosso do Sul (DOF) e de autoridades policiais da Argentina e do Uruguai.
Cooperação entre órgãos federais e estaduais
Além das forças estaduais, a operação envolve a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as Polícias Civis dos três estados do Sul, a Receita Federal, a Receita Estadual e a Secretaria da Agricultura e Pecuária.
O trabalho conjunto busca integrar dados de inteligência e operações táticas, visando aumentar a eficiência nas fiscalizações e nas ações preventivas ao longo das rotas de fronteira. As ações incluem blitze, patrulhamentos aéreos e terrestres e monitoramento em pontos estratégicos de entrada e saída do território nacional.
Monitoramento internacional e segurança nas fronteiras
Segundo a Brigada Militar, as Operações Simultâneas são planejadas para ocorrer de forma coordenada entre os países envolvidos, o que fortalece a integração de informações e a resposta rápida em casos de crimes transfronteiriços.
A cooperação internacional também permite ampliar a vigilância em áreas rurais e urbanas de fronteira, onde há maior incidência de tráfico e contrabando. As autoridades destacam que as ações fazem parte de uma estratégia permanente de segurança pública voltada ao enfrentamento de organizações criminosas regionais e internacionais.
*Com informações da Sputnik News.









Deixe um comentário