A Polícia Civil da Bahia informou, nesta terça-feira (30/12/2025), em comunicado encaminhado ao Jornal Grande Bahia, que a investigada Valdiane Lima Souza e Santos permanece foragida em Feira de Santana e que as diligências para sua localização seguem em andamento. A corporação solicita o apoio da população para que eventuais informações sobre o paradeiro da suspeita sejam repassadas de forma anônima às autoridades competentes. A medida ocorre após a decretação de prisão preventiva no âmbito de processo que tramita na Vara de Jurisdição Plena de Castro Alves, conforme decisão judicial.
De acordo com o mandado de prisão preventiva expedido em 19 de dezembro de 2025, a ordem judicial foi emitida no processo nº 8002012-94.2025.8.05.0053, com validade até 19 de dezembro de 2030. A decisão foi proferida pelo juiz Leonardo Brito Pirajá de Oliveira, da Vara de Jurisdição Plena de Castro Alves, que deferiu parcialmente a representação da autoridade policial, em consonância com parecer do Ministério Público do Estado da Bahia.
Segundo a síntese da decisão, a prisão preventiva foi decretada com fundamento nos artigos 312 e 313 do Código de Processo Penal, com o objetivo de garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal. A tipificação penal indicada no mandado refere-se ao artigo 171 do Código Penal, que trata do crime de estelionato.
Identificação da investigada e situação processual
O documento judicial identifica a investigada como Valdiane Lima Souza e Santos, nascida em 15 de julho de 1973, com registro de endereço em Feira de Santana. Consta no mandado que a ordem de prisão deve ser cumprida por qualquer autoridade policial competente, com recolhimento da investigada a unidade prisional, ficando à disposição do juízo expedidor.
Apesar da expedição formal do mandado, a Polícia Civil confirmou que, até a presente data, a investigada não foi localizada, sendo considerada foragida. As diligências seguem em curso, com atuação integrada das equipes policiais e utilização de informações obtidas ao longo da investigação.
No comunicado encaminhado ao Jornal Grande Bahia, a Polícia Civil reforça que informações da população são fundamentais para o êxito da ação policial. A corporação orienta que qualquer dado relevante sobre o possível paradeiro da investigada seja comunicado por meio dos canais oficiais, garantindo anonimato e sigilo absoluto aos denunciantes.
A instituição ressalta que a colaboração popular é um instrumento legal e recorrente no apoio às investigações criminais, especialmente em casos que envolvem cumprimento de mandados judiciais e pessoas em situação de fuga.
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