O União Brasil inaugura nesta quinta-feira (18/12/2025), às 17h, sob a presidência municipal do empresário José Francisco Pinto (Zé Chico) e com a liderança política do prefeito José Ronaldo, sua nova sede municipal em Feira de Santana, em um movimento estratégico para ampliar a presença partidária no segundo maior colégio eleitoral da Bahia. O ato reúne lideranças nacionais, estaduais e municipais, consolidando o posicionamento do partido no cenário político local e estadual.
A nova sede do União Brasil está localizada na Avenida Getúlio Vargas, nº 2761, uma das vias mais tradicionais e movimentadas de Feira de Santana, escolha que reflete a estratégia do partido de aproximação institucional com a população e maior visibilidade política. O espaço foi concebido para funcionar não apenas como estrutura administrativa, mas como centro permanente de articulação política e diálogo com a sociedade.
De acordo com a direção municipal, a sede será utilizada para debates propositivos, formulação de projetos e mobilização das bases partidárias, ampliando a atuação do União Brasil no município e em toda a região. A iniciativa ocorre em um momento de reorganização das forças políticas com foco nos próximos ciclos eleitorais.
A presença física em um endereço central também sinaliza o interesse do partido em fortalecer sua estrutura orgânica, consolidando Feira de Santana como polo estratégico dentro da política baiana, dada sua relevância eleitoral e econômica.
Presença de lideranças nacionais, estaduais e municipais
A solenidade de inauguração deve contar com a participação de nomes de peso do União Brasil, entre eles José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana; Bruno Reis, prefeito de Salvador; ACM Neto, ex-prefeito da capital baiana e liderança nacional do partido; Roberto Caiado, governador de Goiás; além de João Roma, líder do PL na Bahia ex-ministro da Cidadania do Governo Bolsonaro.
Zé Chico, presidente do União Brasil em Feira de Santana, responsável pela articulação local e anfitrião da cerimônia destaca o caráter político-institucional do ato, que extrapola a dimensão local e projeta repercussão estadual.
O evento inclui pronunciamentos oficiais, visita às instalações e atendimento à imprensa, consolidando a inauguração como um marco formal da nova etapa do partido no município.
Discurso de protagonismo político e articulação regional
O presidente municipal do partido, Zé Chico, destacou o papel histórico de Feira de Santana no cenário político baiano e o simbolismo da nova sede para o futuro do União Brasil no município. Segundo ele, o espaço representa um “novo tempo, de união, trabalho e compromisso com o futuro da cidade”.
O dirigente ressaltou ainda que a sede permitirá maior proximidade com a população, criando canais permanentes para ouvir demandas locais e estruturar propostas voltadas ao desenvolvimento econômico e social. A fala reforça a narrativa de protagonismo regional frequentemente associada à cidade.
Nesse contexto, a inauguração também funciona como um gesto político de alinhamento interno, reunindo diferentes lideranças do partido em torno de uma agenda comum, em um momento de recomposição das forças partidárias na Bahia.
Significado político da inauguração
A inauguração da nova sede do União Brasil em Feira de Santana vai além da abertura de um espaço físico. Trata-se de um movimento estratégico de consolidação partidária em um dos municípios mais relevantes do Nordeste em termos eleitorais, tradicionalmente disputado por diferentes forças políticas e objetiva organizar a legenda para as Eleições 2026.
A reunião de lideranças nacionais e estaduais indica uma sinalização clara de prioridade política para o município, sugerindo que o partido pretende exercer papel mais ativo na formulação de agendas locais e na articulação regional. Ao mesmo tempo, a escolha de um endereço central reforça a busca por visibilidade e influência simbólica.
Por outro lado, o evento também evidencia a antecipação de movimentos eleitorais futuros, ainda que não explicitados no discurso oficial. A inauguração funciona como ponto de partida para reorganização interna, fortalecimento de bases e construção de narrativas políticas que deverão ganhar intensidade nos próximos anos.











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