A oitava rodada do Campeonato Baiano de 2026 será disputada neste terceiro fim de semana de fevereiro com jogos decisivos para a definição da tabela. O líder Bahia enfrenta o Jacuipense, enquanto o Atlético de Alagoinhas recebe o Porto em confronto direto envolvendo as extremidades da classificação.
A competição é disputada em turno único, com dez clubes. Os quatro primeiros avançam às semifinais, enquanto os dois últimos colocados são rebaixados para a Série B estadual.
Bahia tenta manter vantagem na liderança
O Bahia chega à rodada na primeira colocação, com 19 pontos em sete jogos, mantendo campanha invicta e com boa vantagem sobre os concorrentes diretos. A equipe empatou com a Juazeirense na rodada anterior, mas segue isolada na ponta da tabela.
Do outro lado, o Jacuipense soma 9 pontos e aparece na parte intermediária da classificação. A equipe tenta embalar na reta final da primeira fase para entrar na zona de classificação às semifinais.
O confronto coloca frente a frente o time de melhor desempenho até aqui e um adversário que ainda busca estabilidade para chegar ao G-4.
Porto mira consolidação no G-4
No outro jogo da rodada, o Atlético de Alagoinhas tenta reagir na competição. A equipe ocupa a última colocação, com apenas 2 pontos, e precisa de resultados positivos nas rodadas finais para evitar o rebaixamento.
O adversário será o Porto, que soma 10 pontos e aparece na quarta posição, dentro da zona de classificação para as semifinais. Um triunfo pode consolidar o time do extremo sul entre os quatro primeiros e ampliar a distância para os concorrentes diretos.
Classificação do Campeonato Baiano 2026 após 7 rodadas
1º Bahia – 19 pontos
2º Jequié – 11 pontos
3º Vitória – 10 pontos
4º Porto – 10 pontos
5º Galícia – 9 pontos
6º Bahia de Feira – 9 pontos
7º Jacuipense – 9 pontos
8º Juazeirense – 9 pontos
9º Barcelona de Ilhéus – 8 pontos
10º Atlético de Alagoinhas – 2 pontos
Com apenas nove rodadas na primeira fase, o Campeonato Baiano mantém a tradição de torneio curto e implacável, no qual cada ponto altera o destino das equipes. Nesse tipo de formato, a lógica é quase matemática: quem constrói vantagem cedo, como o Bahia, administra o caminho; quem hesita nas primeiras rodadas passa a viver sob pressão constante. O estadual, nesse sentido, continua sendo uma espécie de termômetro das forças regionais — simples, direto e fiel à velha máxima do futebol: regularidade ainda é o ativo mais valioso de qualquer campanha.










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