Nesta segunda-feira (23/02/2026), o governador em exercício da Bahia, Geraldo Júnior, manifestou profundo pesar pelo falecimento de seu assessor de cerimonial e amigo pessoal, Elias Abud, ocorrido na tarde do mesmo dia, vítima de infarto. Em nota pública, o gestor destacou a trajetória profissional, a dedicação ao serviço público e a relação de confiança construída ao longo de anos de convivência política e institucional.
Segundo o pronunciamento, Elias Abud desempenhava papel relevante na organização e condução de atividades protocolares do governo, atuando diretamente na coordenação de agendas e eventos oficiais ligados ao gabinete do vice-governador. Sua atuação discreta e técnica o tornou uma figura conhecida nos bastidores da política baiana.
Ao comentar a perda, Geraldo Júnior ressaltou o vínculo pessoal e profissional que mantinha com o assessor.
“Estou profundamente consternado com a partida de Elias Abud, meu amigo, irmão, símbolo de lealdade e fidelidade e companheiro de jornada de quem nunca vou esquecer. Foram anos de convivência, parceria e confiança”, declarou.
Trajetória no cerimonial e atuação nos bastidores da política baiana
Elias Abud construiu uma carreira consolidada no cerimonial público, área responsável pela organização protocolar de solenidades governamentais, visitas institucionais, eventos oficiais e compromissos diplomáticos. Profissionais desse setor exercem papel estratégico na condução da agenda pública de autoridades, garantindo cumprimento de normas protocolares e organização institucional.
Ao longo de sua trajetória, Abud tornou-se um colaborador próximo do vice-governador, participando da estrutura de apoio responsável pela articulação de atividades institucionais, viagens oficiais e cerimônias do governo estadual.
Colegas de trabalho destacam que sua atuação era marcada por perfil técnico, discrição e capacidade organizacional, características consideradas essenciais para o funcionamento eficiente do cerimonial governamental.
Formação e experiência internacional
Um dos aspectos frequentemente mencionados por interlocutores do governo estadual era a formação multicultural de Elias Abud. Fluente em quatro idiomas e com passagens por mais de 40 países, ele acumulou experiências internacionais que ampliaram sua visão sobre práticas diplomáticas e cerimoniais adotadas em diferentes contextos institucionais.
Filho de pai libanês e mãe brasileira, Abud mantinha vínculos culturais com a tradição árabe, o que também contribuiu para sua familiaridade com ambientes diplomáticos e protocolares.
Essa combinação de experiência internacional e conhecimento técnico foi considerada um diferencial em sua atuação no cerimonial público, especialmente em eventos que envolviam delegações estrangeiras ou agendas institucionais com representação internacional.
Manifestação de pesar do governo estadual
Em sua declaração pública, Geraldo Júnior destacou que o assessor era reconhecido pelo cuidado com as pessoas e pela postura profissional no ambiente de trabalho, características que, segundo ele, marcaram sua trajetória dentro da administração pública.
O governador em exercício afirmou ainda que a perda provoca comoção entre familiares, colegas e integrantes da equipe governamental, ressaltando a contribuição do assessor para o funcionamento das atividades institucionais.
“Elias sempre se destacou pela dedicação, pela competência e pelo cuidado com as pessoas. Sua postura discreta e seu profissionalismo deixaram marcas importantes em nossa equipe e na vida pública da Bahia”, afirmou.
No mesmo pronunciamento, o vice-governador expressou solidariedade aos familiares e amigos.
“Neste momento de dor, me solidarizo com seus familiares, amigos e colegas, pedindo a Deus que conforte os corações de todos nós.”
Repercussão e comoção no meio político
A morte de Elias Abud gerou manifestações de pesar entre autoridades, servidores públicos e profissionais ligados ao cerimonial e à organização institucional de eventos públicos.
Nos bastidores da política baiana, o assessor era descrito como um profissional experiente e de confiança, que atuava de forma constante na coordenação de agendas oficiais e na estrutura de apoio às atividades institucionais do governo.
Sua trajetória é lembrada por interlocutores como exemplo de atuação técnica e discreta, característica comum aos profissionais que trabalham na organização de atividades protocolares da administração pública.








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