O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, na quinta-feira (26/02/2026), no Palácio do Planalto, líderes apostólicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecida popularmente como igreja mórmon. Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), a agenda teve caráter institucional e de cortesia.
De acordo com a pasta, o grupo apresentou ao presidente informações sobre o trabalho missionário e ações de assistência humanitária desenvolvidas pela igreja no Brasil, além de projetos sociais executados em parceria com comunidades locais.
A reunião também incluiu relatos sobre iniciativas de apoio a famílias atingidas por desastres naturais, com destaque para operações de auxílio emergencial realizadas em diferentes estados.
Representação religiosa e participantes do encontro
A comitiva foi composta pelo apóstolo Ulisses Soares, apontado como principal autoridade da igreja no Brasil; pelo ex-governador do estado de Utah, Michael Leavitt, que atualmente preside o Coro e Orquestra do Tabernáculo; e por Gordon Smith, diretor da instituição religiosa em Salt Lake City.
Outros representantes do grupo participaram do encontro, além do Advocacia-Geral da União (AGU), que esteve representada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias.
Durante a reunião, os líderes detalharam a estrutura organizacional da igreja e os projetos comunitários executados no país.
Ações humanitárias e apoio a estados
Segundo a Secom, os religiosos citaram o apoio prestado a famílias atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, com distribuição de suprimentos e assistência voluntária.
O grupo também informou disposição para colaborar com ações de ajuda às vítimas das tempestades na Zona da Mata de Minas Gerais, região que registrou mortes e danos estruturais recentes.
As iniciativas incluem mobilização de voluntários, doações de materiais e suporte logístico, conforme apresentado ao governo federal.
Liberdade religiosa em pauta
Os representantes agradeceram ao presidente pelo histórico de medidas voltadas à proteção da liberdade religiosa no Brasil. Foi mencionada a sanção, em 2003, durante o primeiro mandato de Lula, da Lei de Liberdade Religiosa, que estabelece garantias ao exercício de culto no país.
O tema foi tratado como parte do diálogo institucional sobre direitos fundamentais, diversidade religiosa e cooperação entre organizações civis e o poder público.
O encontro integrou a agenda oficial do Planalto e ocorreu em formato protocolar, sem anúncio de acordos formais.
*Com informações da Agência Brasil.








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