A Prefeitura de Feira de Santana está realizando obras de reforma e manutenção em 11 praças esportivas públicas, distribuídas entre bairros da sede e distritos da zona rural do município. As intervenções são executadas por meio da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) e incluem 9 campos de futebol, um ginásio de esportes e outros espaços esportivos públicos. Paralelamente, trabalhadores que atuam na praça dos sapateiros, localizada no centro da cidade, acompanham a expectativa pelo início das obras de reconstrução do espaço.
As ações na área esportiva abrangem equipamentos localizados nos distritos de São José e Humildes, além de intervenções no Ginásio de Esportes de Humildes, que recebe serviços de manutenção e melhorias estruturais. Nos bairros urbanos, as obras alcançam os campos de futebol da Conceição, Asa Branca, Baraúnas, Estação Nova e Jardim Acácia.
Também integram o cronograma de obras o Complexo Esportivo Oyama Pinto e o Espaço Esportivo Getúlio Vargas, equipamentos utilizados para atividades esportivas e recreativas da população. Segundo a Prefeitura, os serviços buscam assegurar melhores condições de uso para os moradores e incentivar a prática esportiva no município.
Reforma alcança bairros e distritos da zona rural
As intervenções realizadas pela SOMA acontecem em diferentes etapas e contemplam espaços públicos utilizados por comunidades urbanas e rurais. Os serviços incluem manutenção estrutural, recuperação de áreas esportivas e melhorias em equipamentos utilizados para atividades recreativas e competições amadoras.
No distrito de Humildes, além do campo de futebol, o ginásio esportivo também passa por reformas. Já no distrito de São José, os serviços estão concentrados na recuperação do campo de futebol utilizado pela comunidade local. A Prefeitura não informou prazos detalhados para conclusão de todas as obras.
No bairro Jardim Acácia, as intervenções foram iniciadas nesta semana. Os demais bairros contemplados no cronograma seguem recebendo serviços de manutenção conforme planejamento da administração municipal. A gestão informou que os equipamentos públicos atendidos possuem utilização frequente por moradores e equipes esportivas amadoras.
Sapateiros aguardam início da reforma da praça
Além das intervenções esportivas, a Prefeitura confirmou a realização da reforma da praça utilizada por sapateiros no centro de Feira de Santana. Mesmo sem data oficial para o início das obras, os profissionais que atuam no espaço afirmam que acompanham a expectativa pela execução do projeto apresentado pelo município.
O sapateiro Paulo Araújo, conhecido como Seu Paulo, trabalha no local há 42 anos e ocupa a praça desde sua inauguração. Segundo ele, a expectativa da categoria é de que a reforma contribua para ampliar o fluxo de clientes e ofereça melhores condições para a realização dos serviços.
Paulo Araújo relembrou o período em que os sapateiros trabalhavam espalhados pelas ruas centrais da cidade, utilizando cadeiras altas e tapetes para executar serviços de engraxate e consertos. Atualmente, os profissionais concentram atividades como reforma de sapatos, bolsas e acessórios no espaço localizado no centro da cidade.
Categoria demonstra preocupação com transferência temporária
Outro profissional da praça, Rogério Vitório, afirmou que a expectativa da categoria é positiva em relação ao projeto apresentado pela Prefeitura. Segundo ele, os trabalhadores acreditam que a reconstrução do espaço poderá contribuir para o aumento da procura pelos serviços oferecidos no local.
Entre os principais pontos discutidos pelos sapateiros está a possibilidade de transferência temporária durante o período das obras. Os profissionais defendem que a categoria permaneça em uma área próxima à praça atual, considerando que os clientes já identificam os serviços naquele ponto do centro da cidade.
O prefeito José Ronaldo de Carvalho apresentou o projeto da reforma em reunião com a categoria. De acordo com os trabalhadores, a proposta foi aprovada pelos profissionais que atuam no espaço. A praça foi construída no final da década de 1990 e, desde então, não passou por um processo amplo de requalificação. O prazo previsto para execução das obras é de aproximadamente quatro meses após o início dos serviços.









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