A Copa do Mundo da FIFA 2026 começou com alterações importantes no ranking dos maiores artilheiros da história do torneio. O argentino Lionel Messi alcançou a marca de 16 gols em Copas do Mundo, igualando o alemão Miroslav Klose, enquanto o francês Kylian Mbappé chegou a 14 gols e ultrapassou Pelé na lista histórica.
Com os primeiros jogos da competição disputados nos Estados Unidos, Canadá e México, os números individuais dos principais craques voltaram a ganhar destaque. O Mundial já havia registrado 2.720 gols em 964 partidas ao longo das 22 edições anteriores, consolidando uma das estatísticas mais acompanhadas da história do futebol.
O protagonismo inicial ficou por conta de Messi, que marcou três vezes na vitória da Argentina sobre a Argélia, e de Mbappé, autor de dois gols na vitória da França diante de Senegal.
Messi alcança recorde histórico de Miroslav Klose
Na terça-feira (16/06/2026), Lionel Messi entrou em campo pela Argentina em sua sexta participação em Copas do Mundo e alcançou um feito histórico. Com o hat-trick anotado na estreia, o camisa 10 chegou aos 16 gols em Mundiais, igualando a marca do alemão Miroslav Klose.
Klose construiu seu recorde ao longo das edições de 2002, 2006, 2010 e 2014, disputando 24 partidas. Já Messi alcançou o mesmo número após atuar em 27 jogos distribuídos entre os Mundiais de 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026.
O argentino agora tem a oportunidade de assumir isoladamente a liderança histórica caso volte a marcar durante a atual edição da competição.
Mbappé ultrapassa Pelé e entra na disputa pelos primeiros lugares
Outro destaque da primeira rodada foi Kylian Mbappé. O atacante francês marcou duas vezes na vitória da França por 3 a 1 sobre Senegal e chegou aos 14 gols em Copas do Mundo.
Com o novo total, Mbappé ultrapassou os 12 gols de Pelé, considerado um dos maiores nomes da história do futebol mundial, e igualou a marca do alemão Gerd Müller.
Aos 27 anos, o francês alcançou esse número em apenas 15 partidas disputadas nas edições de 2018, 2022 e 2026. O desempenho mantém Mbappé entre os principais candidatos a avançar ainda mais no ranking histórico ao longo do torneio.
Ronaldo segue como maior artilheiro brasileiro em Copas
Mesmo com as mudanças registradas em 2026, Ronaldo Nazário continua como o maior goleador da história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo.
O ex-centroavante marcou 15 gols em 19 partidas, distribuídos entre os Mundiais de 1998, 2002 e 2006. O principal destaque foi a campanha do pentacampeonato em 2002, quando marcou oito vezes.
Entre os brasileiros, Ronaldo permanece à frente de Pelé, que soma 12 gols, além de Jairzinho, Vavá e Ademir, todos com nove gols.
Alemanha lidera presença entre os maiores goleadores
A Alemanha continua sendo o país com maior número de representantes entre os principais artilheiros da história das Copas.
Além de Miroslav Klose e Gerd Müller, aparecem na lista Jürgen Klinsmann (11 gols), Thomas Müller (10 gols), Helmut Rahn (10 gols), Karl-Heinz Rummenigge (9 gols) e Uwe Seeler (9 gols).
A França também mantém posição de destaque graças aos números de Kylian Mbappé e de Just Fontaine, autor de 13 gols na Copa do Mundo de 1958, recorde de gols marcados em uma única edição do torneio.
Ranking atualizado dos maiores artilheiros da história da Copa do Mundo
1º – Miroslav Klose (Alemanha): 16 gols
1º – Lionel Messi (Argentina): 16 gols
3º – Ronaldo (Brasil): 15 gols
4º – Gerd Müller (Alemanha): 14 gols
4º – Kylian Mbappé (França): 14 gols
6º – Just Fontaine (França): 13 gols
7º – Pelé (Brasil): 12 gols
8º – Jürgen Klinsmann (Alemanha): 11 gols
8º – Sándor Kocsis (Hungria): 11 gols
10º – Gabriel Batistuta (Argentina): 10 gols
10º – Teófilo Cubillas (Peru): 10 gols
10º – Grzegorz Lato (Polônia): 10 gols
10º – Gary Lineker (Inglaterra): 10 gols
10º – Thomas Müller (Alemanha): 10 gols
Copa de 2026 pode trazer novas mudanças ao ranking
Com a competição ainda em sua fase inicial, a lista histórica dos maiores goleadores segue aberta para alterações. Messi pode assumir a liderança isolada da artilharia histórica, enquanto Mbappé tem a oportunidade de se aproximar dos primeiros colocados.
A disputa individual ocorre paralelamente à busca pelo título mundial e reforça a importância dos números construídos ao longo das diferentes gerações da Copa do Mundo.
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