A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEDESO) informou que o CRAS Território da Queimadinha está funcionando em novo endereço, na Rua Carlos Valadares, nº 415, Centro, em Feira de Santana. A mudança ocorreu em razão das intervenções necessárias para a construção do novo Hospital Municipal e não interrompe os serviços de acolhimento, orientação e acompanhamento oferecidos pela unidade.
A unidade mantém o atendimento às famílias, com orientações e acompanhamento conforme as demandas apresentadas pela população. O CRAS também atua no acesso a serviços, programas, benefícios e demais ações da Política de Assistência Social.
Segundo a SEDESO, a desocupação do imóvel utilizado anteriormente foi necessária para permitir a execução das intervenções relacionadas ao novo hospital. Com a transferência, a equipe do CRAS continua realizando os atendimentos no novo endereço.
CRAS mantém atendimento às famílias
O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) integra a rede de proteção social e funciona como uma das portas de entrada para o acesso da população às políticas de assistência social. A unidade atende famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social e desenvolve ações voltadas ao acompanhamento e ao fortalecimento de vínculos.
A mudança de endereço não altera a oferta dos serviços, conforme informado pela SEDESO. A equipe permanece responsável pelo acolhimento e pela orientação das famílias, além do encaminhamento e acompanhamento das demandas relacionadas à assistência social.
A secretaria também informou que a alteração busca assegurar a continuidade do atendimento à população do território, mantendo o acesso aos serviços no município.
Saúde capacita médicos para mudança de insulina
Na área da saúde, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Atenção Primária à Saúde, realizou na quinta-feira (13/08/2026) uma capacitação para médicos da rede municipal sobre a transição da insulina NPH para a insulina Glargina.
A atividade integra a preparação das equipes para a implementação da estratégia na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). O treinamento abordou critérios de inclusão, acompanhamento da glicemia e necessidade de avaliação individual durante a mudança de tratamento.
A enfermeira referência em Hiperdia, Carla Paim, destacou que os profissionais precisam conhecer os critérios de inclusão e acompanhar a resposta de cada paciente ao novo tratamento. Segundo ela, a transição exige monitoramento e avaliação individualizada.
Estratégia contempla grupos específicos
Neste primeiro momento, a estratégia de transição contempla crianças e adolescentes de 2 a 17 anos incompletos com diabetes mellitus tipo 1 (DM1). Também estão incluídas pessoas com 70 anos ou mais, com diabetes mellitus tipo 1 ou tipo 2 (DM1 ou DM2).
Durante a capacitação, foram abordados os procedimentos relacionados à mudança da insulina e à necessidade de acompanhamento contínuo dos usuários. A proposta inclui a avaliação da resposta ao tratamento e o monitoramento dos níveis de glicemia.
De acordo com Carla Paim, a preparação das equipes da Atenção Primária também envolve a orientação dos usuários e a identificação de situações que possam exigir ajustes no tratamento durante o período de transição.
Endocrinologista orienta profissionais da rede municipal
A capacitação foi ministrada pela endocrinologista Isabela Machado, que apresentou aos médicos os princípios gerais relacionados à transição da NPH para a Glargina.
Um dos pontos abordados foi a individualização da dose de insulina, considerando a resposta de cada paciente ao tratamento e o acompanhamento da glicemia. A orientação busca preparar os profissionais para conduzir a mudança dentro da rede municipal.
A capacitação integra as ações de qualificação da Atenção Primária para o acompanhamento de pessoas com diabetes. A orientação aos profissionais inclui a necessidade de observar a evolução clínica e a resposta individual durante a transição.
Assistência social e Atenção Primária mantêm ações no município
As duas medidas informadas pelas secretarias municipais envolvem serviços distintos da administração pública de Feira de Santana. Na assistência social, o CRAS Território da Queimadinha passou a funcionar na Rua Carlos Valadares, nº 415, após a desocupação do imóvel anterior em razão das obras do novo Hospital Municipal.
Na saúde, a Atenção Primária capacitou médicos da rede municipal para a transição da insulina NPH para a Glargina, com foco inicial em crianças e adolescentes com DM1 e pessoas com 70 anos ou mais com DM1 ou DM2.
As iniciativas mantêm a prestação dos serviços municipais em novas condições de funcionamento e qualificam as equipes responsáveis pelo atendimento à população, conforme as informações divulgadas pela Prefeitura de Feira de Santana.








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