A Série Lunar recebe o Quarteto de Flautas da Bahia nesta quarta-feira (26/08/2026), durante a noite de lua cheia. O concerto será realizado às 19h, no Auditório Samuel Celestino, na sede da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), no Centro Histórico de Salvador.
Formado por músicos vinculados à Universidade Federal da Bahia (UFBA) e à Universidade Federal de Sergipe (UFS), o quarteto integra a programação da Série Lunar com um repertório dedicado a diferentes universos da música.
A apresentação reúne obras que aproximam tradição erudita, produção musical brasileira e arranjos concebidos especificamente para quatro flautas, explorando as possibilidades do conjunto instrumental.
Quarteto reúne músicos ligados à UFBA e à UFS
A formação do Quarteto de Flautas da Bahia reúne instrumentistas com atuação acadêmica e musical vinculada a duas universidades federais da região: a UFBA, em Salvador, e a UFS, em Sergipe.
A proposta do grupo é apresentar um repertório que percorre diferentes referências musicais, estabelecendo relações entre a tradição da música de concerto e a produção brasileira.
Nesse contexto, os arranjos para quatro flautas constituem parte da proposta artística da apresentação, adaptando obras e linguagens musicais para a formação de câmara.
Concerto ocorre durante a lua cheia
A apresentação está programada para 26 de agosto de 2026, data de lua cheia, e integra a proposta da Série Lunar de associar sua programação musical ao calendário lunar.
O concerto começa às 19h, no Auditório Samuel Celestino, espaço localizado na sede da Associação Bahiana de Imprensa, no Centro Histórico de Salvador.
A realização no Centro Histórico posiciona a apresentação em uma área de relevância cultural da capital baiana, aproximando a programação musical de um dos principais conjuntos urbanos históricos da cidade.
Repertório combina tradição erudita e música brasileira
O repertório anunciado para o concerto transita por diferentes universos musicais, com destaque para a tradição erudita e a produção brasileira. A formação em quarteto permite explorar diferentes combinações entre as quatro flautas.
A proposta também contempla arranjos especialmente elaborados para a formação, ampliando as possibilidades de interpretação de obras originalmente concebidas para outras formações ou linguagens musicais.
A apresentação, portanto, tem como eixo a utilização da flauta em conjunto de câmara e a aproximação entre diferentes repertórios, mantendo a formação instrumental como elemento central do concerto.








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