Trabalhadores terceirizados da empresa Creta que prestam serviços na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), em Vitória da Conquista, chegaram ao quinto dia de paralisação nesta segunda-feira (17/08/2026). O movimento envolve profissionais das áreas de limpeza, manutenção, cozinha e recepção, que reivindicam a regularização de salários e benefícios.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública, Asseio, Conservação, Jardinagem e Controle de Pragas Intermunicipal (SindilimpBA), os trabalhadores ainda não receberam salários, vale-transporte e vale-alimentação. A entidade afirma que a paralisação permanece sem previsão de encerramento.
Na segunda-feira (17/08/2026), os profissionais voltaram a se reunir para tentar estabelecer diálogo com a empresa. De acordo com nota da diretoria do SindilimpBA, os serviços de limpeza, manutenção, cozinha e recepção estão entre os mais afetados pela interrupção das atividades.
Sindicato relata outras denúncias contra empresa
O SindilimpBA afirma que a situação registrada na Uesb de Vitória da Conquista integra um conjunto de cinco denúncias envolvendo trabalhadores terceirizados da Creta, embora os problemas relatados sejam diferentes em cada caso.
Segundo a entidade, parte das denúncias já foi encaminhada aos órgãos de fiscalização trabalhista, enquanto outras ocorrências estão sendo reunidas e devem ser encaminhadas posteriormente. O sindicato não detalhou, no material divulgado, quais são as demais unidades ou situações relacionadas às outras denúncias.
O dirigente do SindilimpBA, Reinaldo Neris, declarou que a entidade acompanha a mobilização e defende o posicionamento dos trabalhadores. Segundo ele, os profissionais permanecem sem perspectiva sobre a regularização da situação e aguardam uma manifestação da empresa.
Paralisação afeta serviços terceirizados
A paralisação atinge atividades executadas por trabalhadores contratados pela Creta para atuação na estrutura da Uesb em Vitória da Conquista. Entre as funções afetadas estão serviços de conservação, manutenção, alimentação e atendimento de recepção.
O sindicato sustenta que a ausência de salários e benefícios previstos para os trabalhadores motivou a continuidade do movimento. Até o momento descrito na denúncia, não havia previsão de retorno às atividades apresentada pela entidade sindical.
A situação também envolve a cobrança por uma resposta da empresa. O SindilimpBA afirma que os trabalhadores buscam diálogo para tratar das pendências e que a Creta precisa se posicionar sobre os pagamentos e demais questões apontadas.
Trabalhadores aguardam regularização
A paralisação chega ao quinto dia em meio à tentativa dos trabalhadores de obter informações sobre a regularização dos valores devidos. O sindicato afirma que continuará acompanhando o caso e encaminhando as denúncias aos órgãos responsáveis pela fiscalização das relações de trabalho.
A principal reivindicação apresentada pelos terceirizados é a regularização dos salários, vale-transporte e vale-alimentação, além de uma definição sobre o retorno das atividades. A ausência desses pagamentos, segundo o SindilimpBA, mantém os profissionais mobilizados.
O caso permanece relacionado às condições de trabalho dos terceirizados da Creta que atuam na Uesb de Vitória da Conquista. Até as informações fornecidas para esta reportagem, a empresa não havia apresentado publicamente sua versão sobre as denúncias ou informado uma previsão para a regularização dos pagamentos.








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