Para o presidente do PT na Bahia, Jonas Paulo, a imprensa nacional parece acompanhar de longe o desenrolar da realidade política local ao inferir um “enquadramento” do presidente Lula ao seu partido na questão com os pemedebistas baianos. “Até a véspera de o PMDB decidir pelo rompimento, nós fizemos diversas gestões, quase que mensalmente, com a articulação política do Planalto e a presidência nacional do PT, sempre insistindo no monitoramento da movimentação do PMDB baiano, que se colocava na contra-mão do esforço e da estratégia nacional”, afirma o dirigente.
Ele revela que, na semana passada, esteve mais uma vez reunido com o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, para discutir a situação dos partidos da base de Lula na Bahia: “A estratégia continua sendo aglutinar os partidos da base dentro do mesmo palanque e vencer as eleições na Bahia no primeiro turno”.
Jonas Paulo cita as resoluções internas do partido sobre as eleições 2010, que, desde março, definiram, quase que unanimemente, pela aliança prioritária com o PMDB e os partidos de esquerda. “Todos sabem quem tencionou e saiu da rota, abrindo um flanco para que os adversários do presidente Lula começassem a fazer visitas constantes à Bahia, esperançosos na eleição do estado”, conclui o petista.
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