Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais faz esclarecimentos na Tribuna Livre da Câmara Municipal de Feira de Santana

Conceição Borges, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
Conceição Borges, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Conceição Borges, retornou à Tribuna Livre da Câmara Municipal de Feira de Santana, esta terça-feira (13/06/2023).

A sindicalista compareceu uma semana após seu último pronunciamento, neste espaço democrático da Casa da Cidadania, para fazer esclarecimentos acerca de informações dadas pelo secretário de Agricultura do Município, Pedro Américo, e levadas a plenário pelo vereador José Carneiro (União Brasil). Inicialmente, ela refutou a versão do secretário de que a entidade não teria lhe pedido para agendar uma audiência. Reiterou a reclamação por conta de dificuldades que a entidade estaria enfrentando para conseguir um encontro com o gestor da pasta e apresentou ofícios solicitando o diálogo: “Protocolamos nos dias 20 de fevereiro de 2022 e 24 de maio de 2023”.

Também respondeu sobre uma acusação referente ao Seguro Safra, espécie de indenização, com recursos federais, para agricultores que perderam o plantio, principalmente de milho e feijão, em virtude da quantidade insuficiente ou excesso de chuvas. O secretário teria dito – e assim transmitido pelo vereador – que “mais da metade (dos que reivindicam o pagamento) são pessoas que não plantam”. Conceição disse que isto merece ser apurado e lembrou que quem faz a inscrição (para obter o Seguro) é a própria pasta de Agricultura. Ao vereador, solicitou que possa “melhor se informar, ir à Secretaria e verificar quais são as pessoas que estão sendo acusadas de não plantar e querer o dinheiro”.

A dirigente lamentou que tenha ocorrido uma redução do prazo para pagamento do boleto de inscrição dos trabalhadores no Seguro Safra. Segundo ela, a divulgação inicial anunciava o dia 30 de maio como data limite, mas na prática, encerrou-se bem antes, no dia 10.

“O resultado é que mais de 70% (dos trabalhadores) não conseguiram pagar”, protestou. Por fim, ratificou sua indignação com o “descaso para com a zona rural, falta de atuação do Governo Municipal, investimento e programa de incentivo à produção de alimentos”.


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