A OR, construtora baiana, lançou o Programa Refloresta, uma iniciativa que visa compensar as emissões de gases de efeito estufa geradas por seus empreendimentos em fase de construção. Este programa se alinha à estratégia da empresa de promover ações que favoreçam a transição para uma economia de baixo carbono. O foco do programa é o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica em Áreas de Preservação Permanente, situadas na região do Baixo Sul da Bahia, com o objetivo de recuperar áreas degradadas e contribuir para a conservação ambiental.
O projeto-piloto do Programa Refloresta teve início no Monvert, um empreendimento de alto padrão localizado no Horto Florestal, em Salvador. Para compensar 100% das emissões diretas, associadas à queima de combustível, e das indiretas, resultantes do consumo de energia elétrica no canteiro de obras, foram plantadas mais de duas mil árvores nativas em uma área de 1,3 hectare, equivalente a dois campos de futebol, pertencente a uma família de agricultores da região.
De acordo com Daniel Sampaio, superintendente da OR na Bahia, o Monvert é o primeiro empreendimento da construtora a compensar as emissões de carbono provenientes da construção. A partir deste projeto, todos os novos empreendimentos verticais da OR deverão implementar medidas de compensação de emissões. Sampaio destaca que o programa não apenas ajuda na recuperação de áreas degradadas, mas também protege os solos, recupera nascentes e mantém a disponibilidade de água, gerando um impacto positivo para a comunidade local.
“O Refloresta demonstra o nosso compromisso com as práticas de Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG), contribuindo para o desenvolvimento de cidades sustentáveis e favorecendo a economia circular e de baixo carbono”, afirma.
Boas Práticas de Sustentabilidade Colocam Monvert em Destaque
O Monvert se destacou no cenário imobiliário ao vencer a categoria Empreendimento Imobiliário do Prêmio ADEMI em 2024. O empreendimento é notável por implementar soluções sustentáveis que beneficiam tanto os moradores quanto o meio ambiente. Além disso, o Monvert foi o primeiro residencial do Brasil a receber o Selo EDGE Advanced de sustentabilidade, reconhecido por reduzir em pelo menos 40% o uso de água, eletricidade e energia na fabricação dos materiais. Anteriormente, em 2020, o projeto já havia obtido o primeiro nível desta certificação, tornando-se o primeiro residencial do Norte-Nordeste a receber o Selo de Construção Sustentável, ao apresentar uma economia energética de 20%.
Desde a sua concepção, o Monvert foi planejado para incorporar tecnologias avançadas que melhoram a eficiência energética e promovem a sustentabilidade e qualidade de vida dos residentes. O empreendimento utiliza energia limpa proveniente de painéis fotovoltaicos e conta com um sistema de tratamento e reuso de águas cinzas e pluviais em várias áreas comuns. Adicionalmente, possui carregadores para carros elétricos, iluminação 100% em LED com sensores de presença para uso racional de energia, e um sistema de automação que abrange os principais ambientes de uso comum.
Essas iniciativas de sustentabilidade também possibilitaram a obtenção do IPTU Verde Nível Ouro, que confere um desconto de 10% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) aos residentes. Os fatores que vêm contribuindo para o reconhecimento do Monvert incluem a adoção de novas tecnologias durante o período de construção, a gestão sustentável de materiais, a eficiência no consumo de energia, a valorização da imagem do mercado imobiliário e a integração harmoniosa do projeto ao espaço urbano.








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