O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, filiado ao União Brasil, já se posiciona como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A candidatura, anunciada em um momento estratégico, marca a segunda tentativa presidencial do político goiano, que havia concorrido pela primeira vez em 1989, em um cenário caracterizado por 22 candidatos ao cargo. Desde então, Caiado construiu uma trajetória política significativa, com mandatos como deputado federal, senador e governador. Ele deve ser o principal opositor de uma candidatura petistas nas Eleições 2024, revela Marcela Mattos, em reportagem publicada neste domingo (03/11/2024) na Revista Veja.
Desafios e Oposição
Embora Caiado tenha se destacado em sua trajetória política, adversários questionam a viabilidade de sua candidatura, apontando o baixo reconhecimento do governador em nível nacional. Críticos ressaltam que, apesar de uma avaliação positiva em Goiás, o político representa apenas cerca de 3% da população brasileira, limitando seu alcance.
Estratégia de Campanha
Em resposta às críticas, Caiado já iniciou uma série de deslocamentos pelo Brasil, que planeja intensificar em 2025. Em declarações à revista VEJA, o governador afirmou que pretende dedicar seus finais de semana para viajar a outras regiões do país, buscando aumentar sua visibilidade e apoio.
“Eu tenho humildade de reconhecer que aqui eu só tenho quatro milhões de eleitores. Agora, eu acho que se um cirurgião é bom, ele pode estar em qualquer lugar que vai ser uma referência. Se eu sou um bom gestor, não é porque Goiás tem sete milhões de habitantes que eu não tenha liderança para desenvolver essa mesma prática no cenário nacional”, declarou Caiado.
Êxitos Administrativos como Cartão de Visitas
Caiado destaca sua gestão em Goiás como um diferencial, enfatizando avanços nas áreas da educação e da segurança pública. O governador apresenta Goiás como uma “ilha da segurança” no país, ressaltando a transformação da região em um espaço onde a circulação é segura.
“Goiás é um estado pequeno, mas, num passado recente, seis das cidades mais violentas eram daqui. Não quer dizer que, porque é pequeno, não tem problemas. Hoje é possível circular tranquilamente”, afirmou.










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