Doha, domingo (28/09/2025) – O Catar foi confirmado como anfitrião da fase final da Copa Intercontinental da FIFA 2025, torneio que reúne os campeões das seis confederações continentais. O país do Oriente Médio receberá as três últimas partidas da competição em dezembro, incluindo a final marcada para o dia 17, com a presença do Paris Saint-Germain, atual campeão europeu.
A fase final será composta por três jogos (M3 a M5). O primeiro confronto, denominado Dérbi das Américas da FIFA, acontecerá em 10 de dezembro, entre o Cruz Azul, vencedor da Copa dos Campeões da Concacaf, e o campeão da Copa Libertadores 2025, que será definido em 29 de novembro.
O vencedor do duelo continental avançará para enfrentar o Pyramids FC, campeão da Confederação Africana de Futebol (CAF), na disputa da FIFA Challenger Cup, em 13 de dezembro. O clube egípcio garantiu sua vaga ao superar o Auckland City (OFC) e o Al Ahli (AFC) na Copa Africana-Asiática-Pacífica da FIFA, realizada em Jeddah, em 23 de setembro.
Final marcada para 17 de dezembro
A grande final da Copa Intercontinental da FIFA 2025™ ocorrerá em 17 de dezembro, quando o vencedor da Challenger Cup enfrentará o Paris Saint-Germain, campeão da Liga dos Campeões da UEFA 2024/2025. O estádio da decisão será anunciado pela FIFA nos próximos meses, mas já está confirmado que os jogos da terceira e quarta etapas acontecerão no Estádio Ahmad Bin Ali, em Al Rayyan.
Catar consolida papel como nação anfitriã
Com esta confirmação, o Catar reforça sua posição como destino central do futebol mundial. Além da fase final da Copa Intercontinental, o país sediará em novembro e dezembro a Copa do Mundo Sub-17 da FIFA™ e a Copa Árabe da FIFA™, aproveitando a infraestrutura moderna construída para a Copa do Mundo de 2022.
Em 2024, a primeira edição do torneio no formato atualizado consagrou o Real Madrid, que derrotou o Pachuca diante de quase 70 mil torcedores no Estádio Lusail. O sucesso de público e organização consolidou o modelo, agora repetido em 2025.
Análise crítica
O anúncio confirma a estratégia da FIFA de centralizar grandes competições em países com infraestrutura pronta e capacidade logística comprovada, como o Catar. Por um lado, o movimento garante eficiência operacional, mas, por outro, levanta questionamentos sobre a excessiva concentração de eventos em um mesmo país, reduzindo oportunidades de rodízio entre outras nações. A associação contínua da FIFA ao Catar também mantém em evidência debates sobre os custos sociais e trabalhistas da infraestrutura erguida para 2022, ainda presentes no cenário internacional.











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