Equilíbrio, ética e modernização: Desembargador Jatahy Júnior emerge como candidato à presidência do TJBA e símbolo de renovação institucional no Judiciário baiano

Nome do desembargador Jatahy Júnior emerge com potencial para presidir o TJBA no biênio 2026-2028.
O desembargador Edmilson Jatahy Fonseca Júnior é amplamente reconhecido por sua trajetória ética, sólida formação jurídica e atuação de diálogo com Poderes da República e transparência no Judiciário baiano.

O desembargador Edmilson Jatahy Fonseca Júnior, reconhecido pela trajetória ética, competência técnica e habilidade de articulação institucional, figura entre os nomes mais cotados para assumir a presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) no biênio 2026–2028. Filho do também desembargador Edmilson Jatahy Fonseca, que comandou a Corte em décadas anteriores, construiu uma carreira marcada pela solidez técnica e espírito público desde seu ingresso na magistratura, em 1986, exercendo funções estratégicas como presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e corregedor das comarcas do interior.

Com prestígio consolidado entre magistrados, advogados e servidores, é apontado como perfil conciliador e pragmático, defensor da valorização da magistratura, da transparência institucional e da modernização tecnológica da Justiça baiana — atributos que o projetam como possível candidato de consenso num momento de transição decisiva para o Judiciário estadual.

Perfil técnico e institucional

A eleição para o comando do TJBA, prevista para o final de 2025, definirá o sucessor da atual administração, com posse programada para fevereiro de 2026. Nesse contexto, o nome de Jatahy Júnior vem ganhando adesão dentro e fora do tribunal, em razão da experiência administrativa e reputação ilibada.

Aos 25 anos, foi aprovado em concurso público e iniciou sua trajetória como juiz, destacando-se pela discrição, equilíbrio e dedicação ao serviço público. Em quase quatro décadas de magistratura, construiu um histórico pautado pela independência e compromisso com o fortalecimento institucional do Poder Judiciário.

Atuação destacada e liderança no TRE-BA

Ao longo da carreira, Jatahy Júnior exerceu cargos de direção e gestão relevantes. Foi diretor-geral da Escola de Magistrados da Bahia (EMAB) nos biênios 1998–2000 e 2014–2016, e ocupou a 1ª Vice-Presidência do TJBA em 2015, quando assumiu interinamente a presidência da Corte.

Entre 2019 e 2021, comandou o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, período em que liderou as eleições municipais de 2020, realizadas em meio à pandemia de Covid-19. Sua gestão foi marcada pela adoção de soluções tecnológicas, ampliação da transparência e estreitamento do diálogo com a sociedade civil, garantindo segurança e credibilidade ao processo eleitoral.

A condução firme e equilibrada no TRE-BA reforçou sua imagem de gestor eficiente e magistrado comprometido com a integridade institucional, qualidades que o colocam entre os principais articuladores da sucessão no TJBA.

Formação acadêmica e produção intelectual

Graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1984, Jatahy Júnior possui uma sólida base acadêmica. É especialista em Direito Civil e Processo Civil (Faculdade Baiana de Direito e EMAB), especialista em Atividade Judicante (UFBA/EMAB) e pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC-SP.

Em nível de pós-graduação stricto sensu, concluiu mestrado em Justiça, Cidadania e Segurança Pública pela UFBA. Sua atuação intelectual também inclui publicações recentes de relevância jurídica e social: os livros “Tecendo Palavras e Silêncios” e “Atividade do Juiz Eleitoral e Fake News”, ambos lançados em 2024 pela Editora Lumen Juris, com prefácios de ministros do STJ e STF.

Compromisso com o fortalecimento institucional

Atualmente, o magistrado exerce o cargo de diretor-geral da Universidade Corporativa do TJBA, função que integra o esforço da Corte para capacitar magistrados e servidores e modernizar práticas administrativas e pedagógicas. Sua atuação recente reforça um perfil voltado à formação continuada, eficiência institucional e valorização dos quadros internos do Judiciário.

No biênio anterior (2022-2023), foi corregedor das comarcas do interior, onde implementou políticas de gestão voltadas à celeridade processual e otimização da estrutura física das unidades judiciárias, com foco na melhoria dos serviços prestados ao cidadão.

Expectativas para uma eventual presidência do TJBA

Nos bastidores do Judiciário baiano, o nome de Jatahy Júnior é visto como símbolo de equilíbrio e diálogo institucional, características consideradas fundamentais para o próximo ciclo de administração do TJBA. Caso seja eleito, sua gestão deverá priorizar:

  • Melhoria da estrutura física e tecnológica das comarcas do interior;
  • Fortalecimento da primeira instância e da atuação de juízes e servidores;
  • Aprimoramento da governança e da transparência;
  • Diálogo com a advocacia, o Ministério Público e os demais poderes;
  • Sustentabilidade e eficiência administrativa, com racionalização de gastos.

Tais propostas refletem uma visão de modernização responsável, aliada à manutenção da tradição institucional e da credibilidade do Judiciário baiano.

Vocação herdada e legado de responsabilidade pública

A trajetória de Jatahy Júnior guarda estreita relação com a história do próprio TJBA. Herdeiro de uma tradição jurídica familiar, preserva o legado do pai, o desembargador Edmilson Jatahy Fonseca, e o amplia com uma visão contemporânea de magistratura comprometida com a ética, a escuta e o interesse público.

Sua carreira demonstra constância de propósito e respeito às instituições, qualidades que o colocam entre os nomes mais respeitados da magistratura baiana — atributos que, segundo observadores, o credenciam naturalmente para disputar a presidência do Tribunal de Justiça da Bahia no próximo biênio.

Revalorização do mérito e da estabilidade institucional

O fortalecimento de nomes com perfil técnico e conciliador, como o de Jatahy Júnior, reflete uma tendência de revalorização do mérito e da estabilidade institucional no Judiciário baiano. Em um ambiente marcado por tensões políticas e desafios orçamentários, a presença de magistrados com trajetória sólida e foco na transparência representa um movimento de recomposição de confiança pública. O eventual comando de Jatahy Júnior no TJBA poderá definir uma nova etapa de profissionalização, ética e previsibilidade administrativa, essenciais à credibilidade da Justiça estadual.

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