Juiz prorroga prisão de ex-vereador detido na Lava Jato

Alexandre Correa de Oliveira Romano está preso por envolvimento na Lava Jato.
Alexandre Correa de Oliveira Romano está preso por envolvimento na Lava Jato.
Alexandre Correa de Oliveira Romano está preso por envolvimento na Lava Jato.
Alexandre Correa de Oliveira Romano está preso por envolvimento na Lava Jato.

O juiz Sergio Moro prorrogou até amanhã (18/08/2015) a prisão temporária do ex-vereador de Americana (SP) Alexandre Romano (PT), preso, na semana passada, durante a 18ª fase da Operação Lava Jato. A prisão temporária de cinco dias venceu hoje (17), mas Moro decidiu que o investigado deve ficar detido mais um dia para que sua defesa possa se manifestar.

O foco das investigações desta fase é o cumprimento de medidas cautelares contra Romano, apontado como operador de empresas de fachada que simulavam a prestação de serviços que movimentaram  valores que superam R$ 50 milhões, a partir de contratos de crédito consignado junto ao Ministério do Planejamento.

Após a deflagração da operação, o Ministério do Planejamento informou que vai rescindir em 30 dias o acordo de cooperação técnica sobre margem consignável com o Sindicato Nacional das Entidades Abertas de Previdência Complementar (Sinapp) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC).

Em nota, a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) informou que o contrato com a empresa Consist, investigada na Lava Jato, estava de acordo com a legislação e passou pelo crivo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Advocacia-Geral da União (AGU). A associação também declarou que, após divulgação das suspeitas, cobrou informações da empresa para iniciar o processo de rescisão do contrato.

“Após firmar o acordo, ABBC e Sinapp contrataram a Consist Software para o gerenciamento do sistema referente aos empréstimos. À época [2009], os bancos participantes do mercado de crédito consignado avaliaram opções disponíveis e identificaram que esta empresa apresentava melhores condições de atender os requisitos técnicos e operacionais. À época, não havia qualquer informação pública que desabonasse seu trabalho ou conduta”,esclareceu a associação.

*Com informação da Agência Brasil


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