Dor é o principal sintoma do infarto, afirma médico Ricardo Peixoto durante Sessão Científica do SAMU de Feira de Santana

Médico Ricardo Peixoto.
Médico Ricardo Peixoto.
Médico Ricardo Peixoto.
Médico Ricardo Peixoto.

Saber identificar sintomas de um infarto pode salvar vidas. A dor torácica é o principal sintoma. Esse foi o tema da Sessão Científica do SAMU, realizada na Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana, na segunda-feira (06/08/2018).

O médico Ricardo Peixoto palestrou para o público, formado por estudantes e profissionais de saúde. Ele abordou o tema “Infarto Agudo do Miocárdio”.

A palestra chamou atenção para a importância do reconhecimento dos sintomas do infarto pelo paciente, diminuindo o tempo de busca por atendimento médico, agilizando o diagnóstico rápido dos sintomas da doença pelos profissionais e, assim, reduzindo as possibilidades de morte.

Cuidado com a dor e pele fria

“A dor torácica é o principal sintoma, que pode se apresentar em aperto ou queimação, com ou sem irradiação, associada a dispneia, náusea, vômito e pele fria”, ressalta.

De acordo com o médico, a incidência da doença coronária ocorre entre 50 a 69 anos.  Hipertensão, diabetes, idade, tabagismo e histórico familiar são alguns dos fatores de risco que levam a desenvolver a doença.

Atenção aos fatores de risco

“É importante estarmos atentos aos fatores de risco. Ao receber um paciente de 15 anos, com essa dor no peito, é improvável que esse sintoma se deva a doença coronariana, pois ele não apresenta fatores de risco. Mas se recebemos um idoso hipertenso e diabético, com dor, podemos observar que ele já apresenta fator de risco clássico e tem sintoma clássico, então há uma maior probabilidade da presença da doença”, alerta.

Durante o evento, o médico ainda esclareceu que a dor coronariana também pode seguir para o membro direito. Segundo o profissional, pacientes que apresentam a dor no peito que se erradia para os dois membros têm maior chance de possuir a doença do que aqueles pacientes que a dor erradia do peito para o braço.

Risco é até maior

“Geralmente, vemos ser negligenciada a dor que erradia para o membro direito, sendo, às vezes, até entendida quando não coronariana. Na verdade o risco é até maior”, alerta.

A Sessão Científica ocorre uma vez ao mês, porém neste mês de agosto terá uma edição extra no dia 29. O evento é aberto e gratuito para estudantes e profissionais da área de saúde.


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