“Quem votar a favor da Reforma da Previdência não voltará nas urnas”, diz deputado Jorge Solla

Reunião Ordinária para discussão e votação do parecer do relator deputado Samuel Moreira (PSDB/SP) sobre a Reforma da Previdência, ocorrido nesta terça-feira (18/06/2019).
Reunião Ordinária para discussão e votação do parecer do relator deputado Samuel Moreira (PSDB/SP) sobre a Reforma da Previdência.
Reunião Ordinária para discussão e votação do parecer do relator deputado Samuel Moreira (PSDB/SP) sobre a Reforma da Previdência, ocorrido nesta terça-feira (18/06/2019).
Reunião Ordinária para discussão e votação do parecer do relator deputado Samuel Moreira (PSDB/SP) sobre a Reforma da Previdência.

O deputado Jorge Solla (PT-BA) foi o primeiro parlamentar a falar nesta terça-feira (18/06/2019 )na Comissão Especial da Reforma da Previdência, para discutir o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentado na última quinta-feira (13).

A lista de inscritos fechou com 155 parlamentares, sendo 64 para falar a favor da reforma e 91 para falar contra a medida. Cada membro da comissão e líder partidário poderá falar por até 15 minutos. Já os deputados que não são membros da comissão terão 10 minutos para discursar.

“A reforma trabalhista iria gerar emprego e gerou desemprego. A mesma coisa acontecerá com a reforma da Previdência. Muitos dos que votaram a favor da reforma trabalhista não voltaram, foram punidos nas urnas. E quem votar a favor da reforma da Previdência também não voltará”, disse Solla.

O deputado petista enfatizou que seu partido votará contra a reforma, mas reconheceu que o Moreira já retirou do projeto trechos que Solla considerou “aberrações”, como a criação do sistema de capitalização. “Mas boa parte da desconstitucionalização de parâmetros da Previdência continuam no relatório”, apontou.

O parlamentar alegou ainda que os dados apresentados pelo governo para o déficit da Previdência estariam “inflados”. Ele reclamou ainda do fato dos militares terem ficado de fora da Proposta de Emenda à Constituição. “Não aceitamos economizar mais de 80% desse R$ 1 trilhão nas costas do trabalhador mais pobre”, concluiu.

*Por Eduardo Rodrigues,  do Broadcast do Estadão/Factiva.


Discover more from rnal Grande Bahia (JGB)

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Facebook
Threads
WhatsApp
Twitter
LinkedIn

Discover more from rnal Grande Bahia (JGB)

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading

Privacidade e Cookies: O Jornal Grande Bahia usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso deles. Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte: Política de Cookies.