
Destituída da Liderança do Governo no Congresso Nacional pelo extremista de direita e presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL-RJ), a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), em entrevista veiculado nesta segunda-feira (21/10/2019) no programa Roda Viva, foi exposta ao festival de mentiras e asneiras que ela própria utilizou como forma de projetar a imagem pública e ampliar a identidade entre os adeptos do autoritarismo, que a elegeram em 2018.
Como uma poética vingança da história, Joice Hasselmann ressente das “críticas” que os bolsonaristas lhe dirigem e os acusa de promover ‘fake news’ (notícias falsas). Mas, evitou citar nomes, criticando, pontualmente, a família do antípoda da civilização Jair Bolsonaro.
Observa-se que a autofagia dos extremistas de direita identificados com o bolsonarismo expõe a vassalagem do séquito do presidente Jair Bolsonaro e demonstra que eles próprios se constituíram em sobejas farsas, que usam linguagem vulgar, agem como disseminadoras do ódio de classe e protagonistas da violência como solução social.
Incapaz de apresentar argumentos sólidos, Joice Hasselmann, durante a entrevista, evidenciou o vazio de ideias e princípios com o qual ela projetou a própria imagem pública.
Para relembrar sobre alguns dos episódios da autofagia entre os extremistas
Os deputados Joice Hasselmann (PSL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) tiveram áspera discussão no sábado (19/10/2019), por meio do Twitter. Após o deputado compartilhar – ao comentar um post de Joice – a hashtag #DeixeDeSeguirAPepa, em referência ao desenho animado Peppa Pig, sobre a família amorosa de uma porquinha.
Em tom belicoso, a parlamentar respondeu:
“Picareta! Menininho nem-nem: nem embaixador, nem líder, nem respeitado. Um zero a esquerda. A canalhice de vocês está sendo vista em todo Brasil”.
Joice também contou que foi aplaudida em um restaurante de São Paulo:
“Ouvi agora aplausos num tradicional restaurante em SP e a palavra: como eles foram canalhas com vc! Saiba que VOCÊ está entre o ‘eles’.”
Joice Hasselmann afirmou, em outro momento que a “inteligência emocional do presidente [Jair Bolsonaro] é -20”, neste aspecto foi generosa com o correligionário adepto do autoritarismo.
Em outro episódio, ela chamou Eduardo Bolsonaro de “mimado” e afirmou que não pode compactuar com “golpes brancos”.
— “Não posso compactuar com golpes brancos, nem com o uso do Palácio para pressionar deputados e fazer a vontade de um filho mimado. Essas ações podem levar o presidente e o Brasil a ruína”. — Disse Joice Hasselmann.
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