Feira de Santana: Governo Colbert Martins reúne instituições bancárias e imprensa para discutir PRONAMPE

Entre os pontos abordados sobre as novas regras do PRONAMPE, foi esclarecido quem tem direito, as taxas de juros, o tempo de carência e limites de financiamento.
Entre os pontos abordados sobre as novas regras do PRONAMPE, foi esclarecido quem tem direito, as taxas de juros, o tempo de carência e limites de financiamento.

O pequeno e microempreendedor de Feira de Santana, que pensa em abrir seu próprio negócio, podem contar com linhas de crédito do Programa Nacional de Apoio à Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE).

Uma apresentação na manhã desta terça-feira (20/07/2021), no auditório da Associação Comercial de Feira de Santana (ACEFS), reuniu gestores de instituições bancárias e agentes financeiros. O prefeito Colbert Filho também esteve presente.

Entre os pontos abordados sobre as novas regras do PRONAMPE, foi esclarecido quem tem direito, as taxas de juros, o tempo de carência e limites de financiamento.

Na oportunidade, Colbert Filho ressaltou a importância de convidar as agências de desenvolvimento da cidade para “fomentar e esclarecer dúvidas sobre o programa, divulgando o que pode ser feito junto a pequenos e médios empreendedores na busca por mais linhas créditos”.

O gerente do Banco do Nordeste no município, Jeferson Góes, destacou que 85% dos permissionários do Cidade das Compras, o Shopping Popular, já aderiram a uma linha especifica de crédito da instituição, o Crediamigo.

Segundo ele, o programa de microcrédito produtivo e orientado, um dos maiores do mundo, atende ao ciclo de atividade do cliente (permissionário), possibilitando a oferta de crédito até três vezes ao ano. “É uma saída para o microempreendedor incrementar a renda e seu próprio negócio, sobretudo, diante das dificuldades econômicas”, disse.

As linhas de crédito alcançam até R$ 21 mil.  O empreendedor só precisa juntar a documentação pessoal e buscar a instituição.

Novas regras

Conforme as novas regras, a linha de crédito é limitada a 30% do que a empresa faturou no ano anterior e precisa ter faturamento máximo anual de até R$ 360 mil.

As taxas de juros são fixas – os valores disponibilizados para cada microempreendedor também são limitados.

A microempresa pode solicitar empréstimo de até 30% da receita bruta anual registrada em 2009 e deve manter os empregados por até 60 dias depois do pagamento da última parcela.

Cada empréstimo tem a garantia do PRONAMPE de até 85% dos recursos (garantidos pela União). Já o período de carência é de 11 meses – aumento de três meses comparado às regras anteriores.

Também participaram da apresentação, o presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), Luiz Mercês; o presidente da Associação Comercial, Genildo Melo; vice-presidente da Federação das Indústrias da Bahia, João Baptista, além de secretários municipais.


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