Cinco piores presidentes dos EUA não teriam causado tantos danos ao país como Joe Biden fez em 15 meses, diz Donald Trump; Inflação dispara ao nível mais alto em 40 anos

Presidente dos EUA, Joe Biden, participou de reunião com membros da OTAN em Bruxelas, na quinta-feira (24/03/2022).
Presidente dos EUA, Joe Biden, participou de reunião com membros da OTAN em Bruxelas, na quinta-feira (24/03/2022).

Em comício com os seus apoiadores no estado norte-americano da Geórgia, o ex-presidente dos EUA Donald Trump criticou as políticas de seu sucessor Joe Biden.

O vídeo do discurso de Trump foi publicado no Twitter pela companhia de mídia Newsmax.

De acordo com o antigo chefe de Estado, “os cinco piores presidentes da história dos EUA juntos não teriam causado os danos que Joe Biden causou em apenas 15 meses”.

Trump acusou o atual presidente de que “em pouco mais de um ano ele conseguiu matar, literalmente matar, o Sonho Americano”.

Ao mesmo tempo, Trump apelou aos apoiadores para “não perder a esperança”, prometendo que “com a liderança certa, a América se tornará maior, mais forte e mais poderosa do que nunca”.

“Em pouco mais de um ano, [Biden] conseguiu matar – literalmente matar – o Sonho Americano. Mas não percam a esperança porque com a liderança certa a América estará de volta, maior, mais forte e mais poderosa do que nunca.”

Ele não especificou se pretendia concorrer em 2024, mas instou os republicanos a assumirem o controle de ambas as câmaras do Congresso dos EUA na eleição de outono (no Hemisfério Norte) de 2022.

Em meados de março, Donald Trump disse que o conflito na Ucrânia continua e pode se agravar ainda mais porque sob a administração do presidente norte-americano Joe Biden os EUA não têm “ninguém para conversar” com o presidente russo, Vladimir Putin.

O governo Biden aumentou o peso das sanções contra a Rússia desde o início da operação militar especial russa na Ucrânia em 24 de fevereiro.

Inflação dispara ao nível mais alto em 40 anos nos EUA

A inflação nos EUA chegou ao patamar mais alto em 40 anos. Segundo divulgação do Departamento de Estatísticas do Trabalho do país em 10 de fevereiro de 2022 (quinta-feira), os preços avançaram 7,5% em 12 meses acumulados até janeiro de 2022. O número ficou acima dos 7,2% anuais esperados pelo mercado.

A alta de preços foi puxada por produtos como alimentos, energia elétrica e gastos com moradia. Em um comunicado após a divulgação dos dados, o presidente americano, Joe Biden, reconheceu que a inflação está alta e disse que combater o aumento de preços é uma prioridade de seu governo. O fenômeno tem ajudado a corroer a sua popularidade.

*Com informações do Sputnik Brasil e Nexo jornal.


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