Entidades voltadas para a preservação do meio ambiente constataram através de minuciosos estudos que a dotação orçamentária do município embora seja considerada baixa em relação às suas necessidades. Há um déficit elevado na cobertura de esgotamento sanitário em Feira de Santana-Bahia, que atinge índices em torno de 70%, além de sua população ter de conviver com a completa degradação ambiental que ocorre através da ocupação irregular de lagoas.
Esta lamentável realidade poderia ser menos gritante se o governo de José Ronaldo de Carvalho (DEM-Ba.) direcionasse os recursos municipais (que não é um valor nada desprezível), para as prioridades sociais.
Entretanto, ele prefere endividar o município ao contrair empréstimos no exterior para construir viadutos. Estes já não estão sendo considerado como opções nas grandes metrópoles do planeta. Alternativas já estão sendo estudadas por técnicos e engenheiros do setor na busca de novas opções consideradas mais viáveis, que não comprometam o visual e o fluxo das pessoas residentes nos grandes conglomerados urbanos. O progresso vislumbrado pelo prefeito tem uma falha técnica significativa: estamos começando pelo fim. Estamos trafegando na contramão da história.
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