
Ministro da Controladoria-Geral da União do Brasil, Jorge Hage Sobrinho participa em Doha, no Qatar, de fórum sobre corrupção promovido pelo Escritório da ONU contra Drogas e Crime, Unodc; segundo agências de notícias, a corrupção custa aos países U$S 1,6 trilhão por ano.
É preciso um consenso urgente entre os países membros para que haja o monitoramento dos mecanismos de implementação da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção.
A afirmação é do Ministro da Controladoria-Geral da União do Brasil, Jorge Hage Sobrinho, que participa em Doha, no Qatar, de um fórum sobre corrupção promovido pelo Escritório da ONU contra Drogas e Crime, Unodc.
Resistência
O encontro termina nesta sexta-feira, dia 13, e reúne 1 mil representantes de 125 países para reavaliar a Convenção, que entrou em vigor em dezembro de 2005.
Em entrevista à Rádio ONU, de Doha, o ministro brasileiro disse que existem três pontos de resistência de algumas nações: uma possível visita ao país avaliado, a abertura para a participação de organizações não-governamentais e a publicação de relatórios.
“Ainda não houve acordo entre os países membros participantes de convenção quanto à metodologia, à forma, à amplitude desse mecanismo de acompanhamento. Eu enfatizei no meu discurso de abertura a necessidade de que isso seja decidido nesta terceira conferência dos Estados porque do contrário haverá frustação geral”, afirmou.
Na abertura do evento, na última segunda-feira, o diretor-executivo do Unodc, Antonio Maria Costa ressaltou que o crime é, ao mesmo tempo, causa e consequência da crise financeira global.
Falta de Transparência
O ministro brasileiro elogiou o discurso do diretor-executivo do Unodc.
“Concordo inteiramente que é uma das principais causas, a corrupção decorrente da falta de transparência das corporações e de muitos governos na forma de lidar com essas questões”, disse.
Segundo agências de notícias que citam fontes presentes na Convenção, a corrupção custa aos países U$S 1,6 trilhão, quase R$ 3 trilhões, por ano.
*Com informações da Rádio ONU.
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