
Saúde Plena em Feira de Santana é uma quimera. Prefeito Tarcízio Pimenta, planeja saúde privada para funcionários da prefeitura. Enquanto cidadão que paga impostos, deve contentar-se com o SUS (Sistema Único de Saúde).
Com a aproximação do Natal associado ao ano eleitoral os políticos trabalham na elaboração de um “saco de bondades” para agradar a alguns segmentos, nem sempre menos favorecidos da sociedade. É óbvio que toda esta generosidade é realizada com os recursos públicos. Um político que está se especializando nesta prática em Feira, é o alcaide do Democratas Tarcízio Pimenta.
Durante entrevista concedida em um programa radiofônico local o prefeito, Pimenta, habilmente jogou para a platéia ao anunciar a contratação de plano de saúde para os funcionários públicos municipais. O benefício, segundo ele, será viabilizado em 2010. “É muito importante para o servidor, pois se trata de área prioritária”, disse.
Ao tentar adotar esta prática, ele atesta a má qualidade da saúde pública dispensada ao município e o que é mais constrangedor, em sua própria gestão administrativa. Este ato onera as finanças públicas e adota uma modelo excludente que já existiu anteriormente e não deu certo. O que o governo municipal tenta adotar é o mesmo modelo utilizado pelo governo estadual e pela União, onde o recurso público financia um plano de saúde especial para funcionários e políticos, enquanto o cidadão comum se quiser ter este privilégio tem que arcar com recursos próprios.
Este modelo é anti-republicano e contribui para a criação de verdadeiras castas. Principalmente agora em que a saúde pública foi municipalizada. Esta prática fere frontalmente os direitos básicos do cidadão que segundo determina a constituição brasileira, todos são iguais perante a lei. O que fica mais difícil entender tais privilégios.
Com a aproximação do Natal associado ao ano eleitoral os políticos trabalham na elaboração de um “saco de bondades” para agradar a alguns segmentos, nem sempre menos favorecidos da sociedade. É óbvio que toda esta generosidade é realizada com os recursos públicos. Um político que está se especializando nesta prática em Feira, é o alcaide do Democratas Tarcízio Pimenta.
Durante entrevista concedida em um programa radiofônico local o prefeito, Pimenta, habilmente jogou para a platéia ao anunciar a contratação de plano de saúde para os funcionários públicos municipais. O benefício, segundo ele, será viabilizado em 2010. “É muito importante para o servidor, pois se trata de área prioritária”, disse.
Ao tentar adotar esta prática, ele astesta a má qualidade da saúde pública dispensada ao município e o que é mais constrangedor, em sua própria gestão administrativa. Este ato onera as finanças públicas e adota uma modelo excludente que já existiu anteriormente e não deu certo. O que o governo municipal tenta adotar é o mesmo modelo utilizado pelo governo estadual e pela União, onde o recurso público financia um plano de saúde especial para funcionários e políticos, enquanto o cidadão comum se quiser ter este privilégio tem que arcar com recursos próprios.
Este modelo é anti-republicano e contribui para a criação de verdadeiras castas. Principalmente agora em que a saúde pública foi municipalizada. Esta prática fere frontalmente os direitos básicos do cidadão que segundo determina a constituição brasileira, todos são iguais perante a lei. O que fica mais difícil entender tais privilégios.
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