Dilma Rousseff, a soberba governamental

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A empáfia do governo Lula se mede pelo não reconhecimento da política econômica estável do governo FHC, que foi copiada e aprimorada. Por mais que a candidata Dilma Rousseff tente desqualificar a gestão administrativa anterior, ela deveria reconhecer que o seu partido não tinha um programa econômico de governo pronto para por em ação em substituição ao programa anterior. E seria um suicídio político a implantação de uma nova estrutura econômica diante de uma economia com moeda estável com inflação controlada.

A candidata Dilma Rousseff sabe que o grande mérito do presidente Lula foi não tentar reinventar a roda. Ele mostrou a sua esperteza política ao dar continuidade ao programa econômico do governo anterior, introduzindo algumas pinceladas de verniz petista como era esperado naturalmente. E se não fosse a robustez da política econômica austera anterior, hoje ela não estaria falando que o Brasil tem estabilidade macroeconômica. Não se faz mágica em economia de um dia para o outro.

A candidata Dilma Rousseff sofisma ao dizer que o governo do PT recebeu de seu antecessor um Brasil fragilizado. Mas como fragilizado se tinha uma moeda estável com a inflação sob controle, reflexo de uma política positiva?

A candidata Dilma Rousseff já aprendeu com o chefe Lula jogar para a plateia eleitoral. Ao afirmar que “temos de garantir que 190 milhões de brasileiros virem consumidores”, ela faz o seu marketing político visando a atrair a simpatia eleitoral de incautos brasileiros beneficiários de programas assistencialistas, bem como de parcela expressiva de outros sem nenhuma cultura política incapazes de entender a sua linguagem sofismática, enganadora.

E por falar em consumidores, os velhinhos aposentados do INSS, clientes do empréstimo consignado, instituído pelo governo Lula para satisfazer a alegria dos cofres dos banqueiros, estão hoje todos endividados até o pescoço, e só Deus poderá saldar as suas dívidas. E podem estar certos, brasileiros, de que não tardará para que milhões de consumidores, que embarcaram e continuam embarcando nas propagandas comerciais consumistas do governo Lula, se vejam mergulhados em dívidas comerciais impagáveis com cartões de créditos, crediários etc. Pois, sem nenhuma responsabilidade com o endividamento social, o governo da candidata Dilma Rousseff recomendou que o brasileiro consumisse mais, para mostrar, nos índices estatísticos, o aumento de seu poder de compra e a pujança do setor comercial e industrial brasileiro.


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