Assaf Abu Rahal morreu durante a troca de tiros entre forças dos dois países; ele trabalhava para o jornal Al-Akhbar com sede em Beirute.
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, disse que está profundamente preocupada com a morte do jornalista libanês, Assaf Abu Rahal, durante uma troca de tiros na fronteira entre Israel e Líbano.
O incidente ocorreu na terça-feira na chamada linha azul que separa os dois países e que foi estabelecida pelas Nações Unidas após o conflito de 2006 na região.
Liberdade de Expressão
Segundo a Unesco, além de Rahal foram mortas outras três pessoas.
O jornalista trabalhava para o diário Al-Akhbar, editado em Beirute, capital do país. O colega de Rahal, Ali Shoaib, ficou ferido no tiroteio entre forças de Israel e do Líbano.
A diretora-geral da Unesco pediu a todos os envolvidos que exerçam moderação e que façam todo o possível para que o incidente jamais se repita.
Bokova também disse que a liberdade de expressão é um direito fundamental e que deve ser exercida com segurança. A diretora-geral da Unesco lembrou que as forças armadas têm a obrigação de respeitar este direito.
Árvores
Segundo a ONG Repórteres Sem Fronteiras, os dois jornalistas estavam participando do fechamento de uma estrada organizado pelo Exército libanês quando os disparos começaram.
Numa investigação preliminar, a Missão da ONU no Sul do Líbano, Unifil, disse que as tropas de Israel estavam podando árvores dentro do território israelense quando o incidente ocorreu.
*Com informações da Rádio ONU








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