Segundo Acnur, as enchentes continuam na província de Sindh, no sul; mais de 1,6 milhão estão desabrigados.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Acnur, afirmou que a situação no Paquistão permanece crítica 11 semanas após as cheias que afetaram mais de 20 milhões de pessoas no país.
Numa nota, divulgada nesta terça-feira, o Acnur disse que a província de Sindh, no sul do Paquistão, ainda está sofrendo com fortes chuvas e inundações.
Pelo menos 1,6 milhão de pessoas ficaram desabrigadas.
Mídia
O encarregado do Escritório de Assistência Humanitária das Nações Unidas, Carlos Monteiro Pereira, disse à Rádio ONU, de Nova York, que apesar da atenção da mídia ter se deslocado um pouco das cheias no Paquistão, o trabalho no terreno continua no país.
“As áreas que mais necessitam de assistência, neste momento, são assistências alimentar, abrigo, água, saúde e saneamento. Continuamos muito engajados com o governo, as autoridades e claro com a comunidade internacional”, informou.
Escolas
O Acnur afirmou que está preocupado com cerca de 1,7 milhão de refugiados em outras regiões do Paquistão incluindo o Baluquistão. Segundo o Unicef, as escolas foram reabertas no mês passado e muitas famílias já teriam começado a retornar para seus vilarejos. Até o fim do mês passado, muitas escolas ainda serviam de abrigos temporários.
No último dia 1º, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, lançou uma iniciativa de US$ 120 milhões, equivalentes a mais de R$ 200 milhões, para ajudar na reconstrução do país.
*Com informações da Rádio ONU em Nova York









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