Ação junto à justiça foi movida pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF-DF) contra os ex-deputados federais João Carlos Bacelar (PTN), Ariston Correia (PMDB) e o deputado federal Jorge Khoury (DEM) pela nomeação de um “funcionário fantasma” para exercer o cargo de secretário parlamentar em seus gabinetes. Khoury também responderá por crime de improbidade administrativa. Mesmo não tendo conseguido se reeleger,ele pode ter seus direitos políticos suspensos por até oito anos, pagar multa de até 100 vezes o valor do prejuízo, além de ficar proibido de contratar ou receber benefícios do Poder Público pelo prazo de até cinco anos.
A ação cobra a devolução aos cofres públicos de cerca de R$ 166 mil, gastos indevidamente com despesas trabalhistas do suposto funcionário público, entre 2001 e 2006. Para isso, o MPF/DF pede, em liminar, o bloqueio de bens dos três acusados. No caso de João Carlos Bacelar, já falecido, o MP pede que a dívida seja cobrada de seu espólio. Sem saber, Arnaldo Santos Marques Filho esteve nomeado nos três gabinetes no período.
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