
Lula continua a alimentar o folclore político brasileiro, na boa tradição das inúmeras “figuras” da república. A diferença com outras “figuras” republicanas é que o Lula é bizarro todo o tempo, não tem noção de limite
Bom ou mau governante? O maior de todos ou o pior de todos? Nada disso. O ex-presidente Lula não se encaixa nessas apressadas e tendenciosas avaliações. O que o cara é, de fato, é “uma figura”.
Este termo, “fulano é uma figura”, geralmente é usado para designar alguém de comportamento extravagante. Como o é o ex-mandatário.
E Lula continua a alimentar o folclore político brasileiro, na boa tradição das inúmeras “figuras” da república.
Como esquecer, por exemplo, de Jânio Quadros? Leonel Brizola? Ademar de Barros? Ou Odorico Paraguaçu – perdoem a menção, é que no Brasil ficção se mistura a realidade.
A diferença com outras “figuras” republicanas é que o Lula é bizarro todo o tempo, não tem noção de limite.
Que figura!
Vejam a última:
PAINEL (Folha de São Paulo, 13 de fevereiro de 2011)
Muito estranho
Recebido por Dilma no Palácio da Alvorada para jantar na quarta-feira, Lula trocou impressões com a sucessora sobre as residências presidenciais – ambos declararam preferir a Granja do Torto – e aproveitou para contar que sua mudança chegou a São Bernardo depois de várias semanas e um tanto bagunçada.
-Veio até terno que não é meu!
E, fazendo cara de desconfiado, completou:
-Eu falei pra Marisa: só falta ser do Ricardão…
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