Robinson, postura de mandarim das comunicações agindo em total falta de sintonia com o segmento e de falta de habilidade ao tentar manipular de forma despótica e sem levar em consideração a importância deste setor.
Depois de o governo do Estado ter sido derrotado na Assembleia Legislativa da Bahia, quando não foi votado o pedido de urgência para votar reforma administrativa o assessor geral da comunicação, Robinson Almeida, passa a defender na imprensa a criação da Secretaria de Comunicação Social.
A alegação feita por ele para justificar a criação da Secretaria de Comunicação é que com a implantação dessa estrutura administrativa terá mais condições de atender o pressuposto de informar melhor à população, além de ter também uma independência na gestão orçamentária.
De início a proposta é louvável, mas o que precisa ficar definido é a política adotada por este governo em relação aos órgãos de imprensa do interior que vivenciam uma situação discriminatória no tocante a distribuição de verbas, além de permanecer esquecida, sendo lembrada apenas no período eleitoral quando o assessor de comunicação empreende verdadeira peregrinação pelo interior baiano para conquistar o apoio deste setor, tendo como meta unicamente atender as finalidades políticas de seu grupo.
Durante esta peregrinação de catequese empreendida por Robison Almeida que tem uma formação acadêmica totalmente desvinculada da área de comunicação (engenheiro elétrico), o que o torna em relação à classe um estranho no ninho. Ele tem assumido uma postura de mandarim das comunicações agindo em total falta de sintonia com o segmento e de habilidade ao tentar manipular de forma despótica e sem levar em consideração a importância deste setor na mídia do Estado.
Diante da constatação desta realidade, a metodologia adotada e dispensada aos órgãos que militam na mídia do interior baiano, capitaneada pelo governo Wagner, tendo como arauto o seu ventríloquo Robison Almeida, tem merecido o repúdio de todos que defendem um tratamento mais justo, igualitário e respeitoso à este importante setor da comunicação baiana.
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, com área de concentração em Cultura, Desigualdades e Desenvolvimento, pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). É Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e ex-aluno especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, sendo filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ – Registro nº 14.405), à Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ – Registro nº 4.518) e à Associação Bahiana de Imprensa (ABI-BA). É diretor e editor do Jornal Grande Bahia (JGB). Integra a Maçonaria regular, exercendo o cargo de Mestre Instalado da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Maçônica ∴ Harmonia, Luz e Sigilo, nº 46.
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