Novo diretor-geral da FAO, José Graziano, contribuirá decisivamente para enfrentar o desafio da fome no mundo, afirma Emiliano José

José Francisco Graziano da Silva assume direção-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
José Francisco Graziano da Silva assume direção-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
José Francisco Graziano da Silva assume direção-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
José Francisco Graziano da Silva assume direção-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

“Com a experiência consagrada no Brasil no combate à fome, o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano, contribuirá decisivamente para enfrentar o desafio da fome no mundo e será um ‘digno sucessor’ de Josué de Castro”, afirmou o deputado federal Emiliano José (PT-BA) em discurso na Câmara, dia 28/6.

Para o deputado, não é possível separar a vitória de Graziano das figuras de Lula e Dilma. “Essa foi uma vitória de um projeto político, atualmente sob a liderança da presidenta Dilma, voltado para combater a fome e a miséria. Graziano foi um elaborador essencial do Fome Zero, que ganhou substância com a valorização que foi dada ao Bolsa Família, o mais extraordinário programa de combate à fome do mundo e talvez o maior programa de distribuição de renda”.

Emiliano recordou de quando conheceu Graziano pessoalmente, durante a campanha do presidente Lula de 1998. “Participamos juntos daquela jornada. Eu, como coordenador de jornalismo de tevê. Ele como um dos coordenadores gerais. Tive a chance de conviver com o militante e com o intelectual. Com um cidadão firme e ponderado. Desses que não levantam a voz, e não o faz porque não precisa. O conhecimento sobre a realidade brasileira, profundo, lhe basta. Ele segue na esteira de Josué de Castro, extraordinário intelectual, que se dedicou inteiramente à luta contra a fome no Brasil”.

O parlamentar finalizou: “Não bastasse a nossa afirmação na cena mundial, o protagonismo que passamos a ter no plano internacional, nossa força com os países desenvolvidos, e particularmente nossa irmandade com as nações de África, Ásia e América Latina, e agora vamos dirigir a FAO para enfrentar a fome no mundo. Lamento que alguns colunistas, que nunca se conformam com o sucesso do governo da Dilma, que nunca engoliram Lula, digam que Graziano não era o melhor candidato. Era e foi reconhecido como tal”.

“Com a experiência consagrada no Brasil no combate à fome, o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano, contribuirá decisivamente para enfrentar o desafio da fome no mundo e será um ‘digno sucessor’ de Josué de Castro”, afirmou o deputado federal Emiliano José (PT-BA) em discurso na Câmara, dia 28/6.

Para o deputado, não é possível separar a vitória de Graziano das figuras de Lula e Dilma. “Essa foi uma vitória de um projeto político, atualmente sob a liderança da presidenta Dilma, voltado para combater a fome e a miséria. Graziano foi um elaborador essencial do Fome Zero, que ganhou substância com a valorização que foi dada ao Bolsa Família, o mais extraordinário programa de combate à fome do mundo e talvez o maior programa de distribuição de renda”.

Emiliano recordou de quando conheceu Graziano pessoalmente, durante a campanha do presidente Lula de 1998. “Participamos juntos daquela jornada. Eu, como coordenador de jornalismo de tevê. Ele como um dos coordenadores gerais. Tive a chance de conviver com o militante e com o intelectual. Com um cidadão firme e ponderado. Desses que não levantam a voz, e não o faz porque não precisa. O conhecimento sobre a realidade brasileira, profundo, lhe basta. Ele segue na esteira de Josué de Castro, extraordinário intelectual, que se dedicou inteiramente à luta contra a fome no Brasil”.

O parlamentar finalizou: “Não bastasse a nossa afirmação na cena mundial, o protagonismo que passamos a ter no plano internacional, nossa força com os países desenvolvidos, e particularmente nossa irmandade com as nações de África, Ásia e América Latina, e agora vamos dirigir a FAO para enfrentar a fome no mundo. Lamento que alguns colunistas, que nunca se conformam com o sucesso do governo da Dilma, que nunca engoliram Lula, digam que Graziano não era o melhor candidato. Era e foi reconhecido como tal”.


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