O Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) entrou nesta semana com mais quatro ações na Justiça relativas à Operação Voucher. O esquema de desvio de dinheiro do Ministério do Turismo foi revelado em agosto e levou 36 pessoas à prisão, entre políticos, servidores e empresários.
As quatro ações de improbidade citam 21 pessoas ligadas ao esquema e pretendem obter o ressarcimento do dinheiro desviado, cerca de R$ 4 milhões. O MPF/AP também pede a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a proibição de contratar com a administração pública e de receber benefícios ou incentivos fiscais, e pagamento de multa.
As primeiras denúncias do Ministério Público chegaram à Justiça no dia 30 de agosto e se limitaram à responsabilizações na esfera penal. Nelas, as mesmas 21 pessoas são acusadas de peculato, formação de quadrilha, falsidade ideológica e uso de documento falso. As ações tramitam na 1ª Vara da Justiça Federal no Amapá.
Baixe reportagem do Jornal O Globo
Ex-funcionários do Turismo foram denunciados por roubar R$ 4 milhões
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Conheço outros processos
0004846-24.2011.4.01.3100, 0005608-40.2011.4.01.3100,
0009983-84.2011.4.01.3100, 0009984-69.2011.4.01.3100,
0009985-54.2011.4.01.3100, 0009986-39.2011.4.01.3100,
Processo em que Cobert Filho configura como réu
COLBERT MARTINS DA SILVA FILHO (4)
| Número novo | Número antigo | Classe | Descrição da Classe |
| 8809-40.2011.4.01.3100 | – | 313 | PEDIDO DE PRISÃO PREVENTIVA |
| 9184-41.2011.4.01.3100 | – | 183 | CAUTELAR INOMINADA |
| 9983-84.2011.4.01.3100 | – | 287 | CRIMES DERESPONSABILIDADEDOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS |
| 10661-02.2011.4.01.3100 | – | 64 | AÇÃO CIVIL DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA |
Originada a partir de auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU), a Operação Voucher resultou na prisão de 36 pessoas, entre servidores do ministério, empresários e representantes de entidades ligadas ao esquema no Amapá. As investigações preliminares da PF constataram irregularidades na execução de um convênio de R$ 4,4 milhões entre o Ministério do Turismo e o Ibrasi. A PF estima que ao menos dois terços dos recursos foram desviados pelo esquema de corrupção.










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