Em encontro com a presidente Dilma Rousseff, senador Walter Pinheiro pede liberação de recursos para 2ª etapa do Aquífero Tucano

Senador Walter Pinheiro | Foto: Waldemir Barreto
Senador Walter Pinheiro | Foto: Waldemir Barreto
Senador Walter Pinheiro | Foto: Waldemir Barreto
Senador Walter Pinheiro | Foto: Waldemir Barreto

Em encontro com a presidente Dilma Rousseff na tarde desta quinta-feira (03/05/2012), o senador Walter Pinheiro (PT-BA) pediu a liberação dos recursos para a segunda etapa da obra do Aquífero de Tucano, que atravessa todo o nordeste da Bahia constituindo-se em uma das maiores reservas de água subterrânea de boa qualidade para a população. Segundo Pinheiro, o governo do Estado está concluindo a primeira etapa da obra, que envolveu R$ 75 milhões, para trazer a água do subsolo e abastecer a lavoura, a criação e as casas de milhões de baianos.

“É um projeto de R$ 600 milhões, que vai levar água, ou melhor, tirar água do subsolo do aquífero e permitir que ela chegue às casas. Queremos o recurso para continuar a segunda etapa. No sábado agora esperamos entregar essa primeira etapa. Já começa a jorrar água, o que já adianta, já resolve uma boa parte dos nossos problemas”, disse o senador, que participou de reunião do Conselho Político do governo com a presidente, o vice-presidente e ministros.

Em discurso no Senado, Pinheiro reiterou a importância de uma pronta resposta do Governo Federal no socorro às regiões afetadas por transtornos climáticos, como é o caso da Bahia. Ele destacou o papel da economia rural para que o País pudesse resistir à crise internacional em 2009, mantendo o ritmo do crescimento, da geração de empregos e da melhoria da qualidade de vida dos brasileiros. “O campo foi decisivo para enfrentar a crise”, assegurou.

Crédito e anistia – Ele também anunciou que pretende apresentar emenda à Medida Provisória 565, que está sob análise de uma Comissão Especial Mista de deputados e senadores, prevendo a renegociação da dívida dos agricultores prejudicados pela seca. “Temos que prever ainda uma anistia, já que muitos desses agricultores não puderam colher suas safras, e também um crédito de emergência, para que essas famílias possam comer”, disse Pinheiro.

Esse crédito emergencial, destacou o senador, terá também a capacidade de movimentar a economia das regiões afetadas, estagnadas pelo desastre climático. “Seiscentos reais na mão de cada família é um reforço à atividade econômica. Mas mais importante que esse dinheiro entrando na economia é que ele chegue à barriga das pessoas, na forma de comida”.

Baixe

Apresentação sobre ‘Águas Subterrâneas – Suporte para uma Revolução Agrícola no Nordeste’


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