EMBASA conclui primeira etapa da obra de esgotamento sanitário em Feira de Santana; 25 bairros foram beneficiados, ampliando a cobertura do serviço para 65% da cidade

A Embasa está entregando à população de Feira de Santana, a primeira etapa da obra de ampliação das bacias de esgotamento sanitário Jacuípe e Subaé iniciada em 2009
A Embasa está entregando à população de Feira de Santana, a primeira etapa da obra de ampliação das bacias de esgotamento sanitário Jacuípe e Subaé iniciada em 2009

A Embasa está entregando à população de Feira de Santana, a primeira etapa da obra de ampliação das bacias de esgotamento sanitário Jacuípe e Subaé iniciada em 2009. O investimento de R$ 102,3 milhões, do Programa de Aceleração do Crescimento I (PAC I), aumentou para 65% a cobertura do atendimento com coleta, tratamento e destinação adequada dos esgotos domésticos na sede do município. Este ano, a Embasa inicia a segunda etapa da ampliação das duas bacias de Feira, no valor de R$ 53 milhões provenientes do PAC II, visando atingir um índice de atendimento de 80% em toda a área ocupada da cidade.

A primeira etapa da ampliação, praticamente concluída, atingiu 25 bairros e beneficiou, ao todo, 127 mil pessoas. A obra contemplou, na Bacia do Subaé, a ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) já existente. Na Bacia do Jacuípe foi ampliada a ETE Jacuípe I e construída uma nova estação, a Jacuípe II. Juntas, as estações das duas bacias têm capacidade para tratar 330 litros de esgoto por segundo. Foram construídas, ainda, oito estações elevatórias e realizadas melhorias em outras duas. Para atender os imóveis, na área contemplada pela obra, a Embasa implantou 255,5 quilômetros de rede coletora e 25 mil ramais prediais (estrutura onde se faz a ligação domiciliar à rede coletora).

A maioria dos bairros já está com o serviço em funcionamento. Já nos bairros Gabriela, Queimadinha, Campo do Gado Novo, Subaé, Santa Mônica II, Conjunto Feira VII e Loteamento Amaralina a Embasa está finalizando a lavagem das redes para, então, iniciar a operação da coleta de esgotos domésticos.

Hélia Lima, 63 anos, moradora do bairro Sítio Matias, também lembra como era a vida antes da implantação da rede de esgotamento sanitário no bairro. “Hoje tá tudo mais fácil. Eu tinha fossa em casa, mas precisava chamar o carro direto pra limpar. Agora já entulhei a fossa e uso, com muita satisfação, a rede da Embasa”, relata, mostrando as barras de sabão que aprendeu a fazer no projeto técnico-social realizado durante a obra. “Aprendi que o óleo não deve ser jogado na pia porque pode entupir a rede e ainda prejudica o meio ambiente. Agora, a gente junta o óleo e faz sabão”, conta.

Ligações domiciliares – De acordo com a Lei Estadual 7.307/98 e o Decreto Estadual 7.765/00, o proprietário ou morador do imóvel deve fazer a ligação do imóvel à rede pública de esgotamento sanitário, num prazo de até 90 dias a partir da notificação de disponibilização do serviço. Os moradores devem ficar atentos ao prazo e realizar a ligação.


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