Oposição protesta, mas projeto que reajusta imposto é aprovado na AL-BA

Carlos Geilson: “Esse governo vive de tomar empréstimos e aumentar impostos, é de uma ganância brutal. Os reajustes são necessários, mas dentro de uma coerência, tendo por base o índice inflacionário. Estamos profundamente tristes, por saber que o baiano vai carregar nas costas o peso de um governo ineficiente”
Carlos Geilson: “Esse governo vive de tomar empréstimos e aumentar impostos, é de uma ganância brutal. Os reajustes são necessários, mas dentro de uma coerência, tendo por base o índice inflacionário. Estamos profundamente tristes, por saber que o baiano vai carregar nas costas o peso de um governo ineficiente”
Carlos Geilson: “Esse governo vive de tomar empréstimos e aumentar impostos, é de uma ganância brutal. Os reajustes são necessários, mas dentro de uma coerência, tendo por base o índice inflacionário. Estamos profundamente tristes, por saber que o baiano vai carregar nas costas o peso de um governo ineficiente”
Carlos Geilson: “Esse governo vive de tomar empréstimos e aumentar impostos, é de uma ganância brutal. Os reajustes são necessários, mas dentro de uma coerência, tendo por base o índice inflacionário. Estamos profundamente tristes, por saber que o baiano vai carregar nas costas o peso de um governo ineficiente”

Apesar dos protestos da oposição, foi aprovado na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), nesta quarta-feira (20/12/2012), o projeto de lei 20.083/2012, que reajusta o imposto cobrado pela transmissão de bens herdados e pela doação de quaisquer bens diretos ou indiretos, além de aumentar a alíquota de ICMS de telefonia, TV por assinatura e criar taxas sobre consumo de energia elétrica.

A matéria, de autoria do governo, foi votada em regime de urgência e teve 35 votos favoráveis contra 13. Entre os votos contrários o do deputado Carlos Geilson (PTN), que considera o projeto um abuso. “Esse governo vive de tomar empréstimos e aumentar impostos, é de uma ganância brutal. Os reajustes são necessários, mas dentro de uma coerência, tendo por base o índice inflacionário. Estamos profundamente tristes, por saber que o baiano vai carregar nas costas o peso de um governo ineficiente”, frisou.

Geilson criticou ainda a postura dos deputados da base, que dão sempre preferência ao governo, independente dos prejuízos sociais. Isso porque, de acordo com ele, apostam na curta memória da população, mas se esquecem que estão mexendo no bolso e que daqui há dois anos poderão ter uma resposta nas urnas.


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